Ibama monitora baleia-franca e filhote em Palhoça (SC) após mãe ser vista com rede de pesca na cabeça, sem comprometer comportamento natural. A equipe técnica garante acompanhamento contínuo e orienta a comunidade local.

Palhoça (SC) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) começou, no dia dez de julho de dois mil e vinte e cinco, a monitorar uma baleia-franca e seu filhote na Praia da Pinheira, em Palhoça, Santa Catarina. A baleia-mãe foi avistada com uma rede de pesca presa à cabeça, mas isso não afetou seu comportamento natural, como a amamentação e o cuidado com o filhote.
Uma equipe técnica do Ibama, incluindo um instrutor especializado em desenredamento de baleias, foi enviada ao local para acompanhar a situação. Imagens capturadas por drone confirmaram que a rede estava presa nas calosidades da cabeça do animal. O atrito da rede com essas calosidades pode levar ao seu rompimento com o tempo, reduzindo o risco imediato à saúde da baleia.
De acordo com os especialistas, a situação atual não requer intervenção direta. O Ibama também orientou a comunidade local sobre a importância de manter uma distância segura das baleias e alertou as embarcações para que não se aproximem indevidamente. O monitoramento da baleia e do filhote continuará nos próximos dias, com o objetivo de garantir o bem-estar da dupla.
O Instituto enfatiza que, em casos de avistamento de animais marinhos em risco, a população deve acionar o Ibama ou órgãos ambientais locais. Isso é crucial para evitar ações inadequadas que possam colocar em perigo tanto os animais quanto as pessoas envolvidas.
A proteção das baleias-francas é essencial, uma vez que essas espécies estão ameaçadas. O acompanhamento contínuo por parte do Ibama é fundamental para garantir a segurança e a saúde desses animais. A conscientização da população também desempenha um papel vital na preservação da vida marinha.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na proteção de espécies ameaçadas. Projetos que visem a conservação e o bem-estar dos animais marinhos devem ser apoiados, pois cada ação conta para a preservação do nosso ecossistema.

Em outubro, o CCBB Rio apresenta a exposição "Manguezal", com cinquenta obras de artistas renomados, como Lasar Segall e Hélio Oiticica, em um diálogo com a arte contemporânea. A mostra, que antecede a COP30 em Belém, destaca a importância dos manguezais e é acompanhada de um livro lançado em 2023.

Estudo da Universidade Federal do ABC (UFABC) revela nova técnica para aumentar a durabilidade das células solares de perovskita, mantendo 80% da eficiência após noventa dias em condições ambientes. A pesquisa, liderada pelo professor André Sarto Polo, incorpora cátions de formamidínio, permitindo produção mais acessível e sustentável.

Fernando de Noronha alcançou um novo marco na conservação de tartarugas marinhas, com 805 desovas nesta temporada, superando o recorde anterior de 432. A Praia do Leão foi o principal local, com a maioria dos filhotes já nascendo.

A Veolia Brasil intensifica sua transformação ecológica com metas de descarbonização e inovação em gestão de resíduos, visando a neutralidade de carbono até 2050. A empresa destaca a circularidade como motor do futuro sustentável.

O projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental avança no Congresso, isolando a ministra Marina Silva e ameaçando a proteção ambiental no Brasil. O governo Lula não se posiciona claramente contra a proposta.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta as penas para incêndios florestais, com punições de três a seis anos e restrições a recursos públicos por cinco anos. A proposta, de autoria do deputado Gervásio Maia, visa combater o aumento alarmante de incêndios, que em 2024 atingiu o maior número desde 2010, principalmente por ações humanas. O texto, que segue para o Senado, prevê penas mais severas em casos de morte e impactos ambientais significativos, além de agravar punições para quem financiar tais crimes.