A Iguá retirou 300 toneladas de lixo e mais de 100 pneus do Complexo Lagunar de Jacarepaguá e realiza dragagem na Lagoa da Tijuca para restaurar ecossistemas locais e melhorar a qualidade da água.

A Iguá, concessionária de saneamento que atua em regiões do Rio de Janeiro, já retirou trezentas toneladas de lixo das margens dos manguezais do Complexo Lagunar de Jacarepaguá em pouco mais de dois anos. Durante esse período, mais de cem pneus foram removidos. Essas ações fazem parte de um esforço contínuo para limpar e recuperar áreas afetadas por resíduos sólidos e esgoto.
Além da retirada de lixo, a Iguá está realizando dragagem na Lagoa da Tijuca. O projeto prevê a remoção de sedimentos acumulados, o que equivale a cerca de mil piscinas olímpicas. Essa ação é crucial para restaurar os ecossistemas locais, que foram prejudicados pelo descarte inadequado de resíduos ao longo de décadas.
O processo de dragagem visa melhorar a qualidade da água e restaurar os canais naturais que conectam as lagoas ao mar. A recuperação desses canais é essencial para a saúde do ecossistema, permitindo que a fauna e flora locais prosperem novamente. A ação também contribui para a prevenção de alagamentos e a promoção de um ambiente mais saudável para a comunidade.
As iniciativas da Iguá refletem um compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental. A empresa busca não apenas limpar as áreas afetadas, mas também educar a população sobre a importância do descarte correto de resíduos. A conscientização é um passo fundamental para garantir que esses ecossistemas não sejam novamente comprometidos.
O trabalho da Iguá é um exemplo de como ações locais podem ter um impacto significativo na preservação ambiental. A mobilização da comunidade é vital para o sucesso dessas iniciativas. A participação ativa da população pode potencializar os resultados e garantir um futuro mais sustentável para as próximas gerações.
Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam a recuperação e preservação ambiental devem ser apoiados e incentivados. A colaboração de todos é fundamental para garantir que os esforços de limpeza e restauração sejam contínuos e eficazes.

A prefeitura de Manaus implementa o uso de drones para monitoramento ambiental e resposta a emergências, em meio a cheias do Rio Negro que causaram prejuízos de R$ 540 milhões em 2023. Os drones, equipados com tecnologia avançada, visam melhorar a detecção de focos de calor e mapear áreas de risco.

O aumento de atropelamentos de fauna silvestre no Distrito Federal exige ações urgentes. Em 2025, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) registrou 3.447 resgates, um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

A procuradoria da Agenersa requisitou a revisão da concessão da Iguá Saneamento por descumprimento contratual, após a empresa admitir o despejo inadequado de esgoto. A situação gera preocupações ambientais e legais.

Um estudo internacional revelou que microplásticos ingeridos por ratos podem atingir o cérebro rapidamente, resultando em perda de memória e habilidades motoras. Pesquisadores alertam sobre os riscos para humanos.

Nasceu o primeiro tamanduá-bandeira em cativeiro no Rio Grande do Sul, no Gramadozoo, em 14 de junho. O filhote, com 1,5 quilo, é um marco para a conservação da espécie, que enfrenta sérios riscos de extinção.
O Ibama participa do Festival Folclórico de Parintins com a campanha "Não tire as penas da vida", promovendo educação ambiental e preservação da fauna silvestre. Ações interativas e camisetas temáticas visam conscientizar sobre a importância da fauna e os riscos do uso de partes de animais em adereços.