A Prefeitura de Niterói inicia a construção do parque solar Encosta Verde, que instalará 450 painéis solares e gerará 150 mil kWh de energia limpa, promovendo sustentabilidade e reflorestamento na comunidade. Com investimento de R$ 7,7 milhões, a obra deve ser concluída no segundo semestre de 2025.

A Prefeitura de Niterói deu início à implantação do parque solar Encosta Verde, localizado no Morro da Boa Vista, em São Lourenço, na Zona Norte da cidade. O projeto, que instalará quatrocentos e cinquenta painéis solares compostos por dois mil e setecentos módulos fotovoltaicos, tem como objetivo gerar cento e cinquenta mil kWh de energia limpa para abastecer equipamentos públicos. Além disso, o parque incluirá um sistema de captação de água da chuva, reflorestamento e ações de prevenção a deslizamentos e queimadas.
O prefeito Rodrigo Neves destacou que a instalação das placas solares representa um marco na trajetória de Niterói rumo à sustentabilidade. Ele mencionou que a cidade está na vanguarda das políticas ambientais, com iniciativas como a adoção de veículos elétricos na frota municipal e a ampliação das ciclovias. “Estamos construindo uma cidade preparada para o futuro, com responsabilidade ambiental e respeito às próximas gerações”, afirmou Neves.
Com um investimento de R$ 7,7 milhões, a obra está sob a responsabilidade da Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION) e tem previsão de conclusão para o segundo semestre deste ano. A vice-prefeita e secretária de Clima, Resiliência e Defesa Civil, Isabel Swan, ressaltou que o projeto vai além da geração de energia limpa, pois incluirá um sistema de captação de água da chuva que será fundamental para a limpeza das placas solares e para o combate a queimadas na região.
Isabel Swan também destacou a importância do reflorestamento, que contribuirá para a recuperação ambiental e a resiliência do território. O projeto é considerado uma iniciativa integrada, unindo sustentabilidade, proteção ambiental e segurança climática. Cerca de vinte por cento da força de trabalho na obra é composta por moradores da própria comunidade, o que gera emprego e renda local.
Victor Barcellos, presidente da Associação de Moradores do Morro do Boa Vista, expressou entusiasmo com a iniciativa. Ele acredita que o projeto trará diversas melhorias para a comunidade e que os moradores estão ansiosos para ver os resultados. Em 2018, o projeto Encosta Verde foi premiado na categoria Sustentabilidade e Resiliência, reconhecendo sua relevância entre diversas iniciativas apresentadas por gestores de municípios do estado.
Iniciativas como a do parque solar Encosta Verde são exemplos de como a sociedade civil pode se unir em prol de causas ambientais e sociais. O apoio a projetos sustentáveis não apenas beneficia o meio ambiente, mas também fortalece as comunidades locais, promovendo desenvolvimento e qualidade de vida. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na construção de um futuro mais sustentável.

Após cinco anos do Marco Legal do Saneamento, 6,5% dos municípios brasileiros ainda operam com contratos irregulares, afetando 6,7 milhões de pessoas, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. A ineficiência das estatais e a falta de investimentos comprometem o acesso a serviços básicos, com apenas 64% das cidades irregulares tendo água encanada e 27,3% com coleta de esgoto. A legislação prevê que até 2033, 99% da população tenha água potável, mas o ritmo atual de investimentos torna essa meta distante.

O Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, em Minas Gerais, foi reconhecido como Patrimônio Mundial Natural da Unesco, destacando a beleza natural e a importância das comunidades locais na conservação. Essa certificação é um legado para as futuras gerações.

O veto parcial à nova lei de licenciamento ambiental pode comprometer as metas do Novo Marco do Saneamento Básico, segundo a Abcon Sindcon. Com 518 processos pendentes em São Paulo, a burocracia atrasa a universalização do saneamento.

Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, destacou a importância do Brasil como líder na COP30 e criticou a influência da indústria fóssil nas negociações climáticas, expressando otimismo sobre a transição para energias limpas.

Relatório revela que jatos particulares nos EUA são responsáveis por 65% dos voos e 55% das emissões globais, com o Aeroporto Van Nuys se destacando como um dos mais poluentes. O uso crescente de jatos particulares aumentou suas emissões em 25% na última década.

A Corte Internacional de Justiça reconheceu a "ameaça urgente" das mudanças climáticas e iniciou a leitura de um parecer sobre as obrigações legais dos Estados. O documento, embora não vinculativo, pode impactar ações climáticas futuras e responsabilização entre países.