Incêndios florestais no Brasil aumentam em frequência e intensidade, devastando áreas maiores que a Itália em 2024, devido a fatores climáticos e humanos, sem um sistema nacional eficaz de combate. A combinação de mudanças climáticas e degradação ambiental tem intensificado os incêndios na Amazônia e no Pantanal, revelando a urgência de um sistema nacional de combate a incêndios.

O Brasil enfrenta um aumento alarmante na frequência e intensidade de incêndios florestais, especialmente na Amazônia e no Pantanal. Em 2024, incêndios devastaram uma área maior que a Itália, resultado de uma combinação de fatores climáticos e humanos. A degradação ambiental e as mudanças climáticas têm contribuído significativamente para essa situação crítica, tornando o fogo um problema crescente nas matas e plantações.
A falta de um sistema nacional de combate a incêndios até recentemente tem dificultado a prevenção e a resposta eficaz do poder público. Especialistas apontam que a escalada de queimadas não é um fenômeno isolado, mas parte de um cenário global, onde secas prolongadas e ondas de calor, exacerbadas por fenômenos como o El Niño, favorecem a propagação do fogo.
Os incêndios florestais são formados a partir de uma combinação de três fatores essenciais, conhecidos como o “triângulo do fogo”. No Brasil, a responsabilidade pela ignição é quase sempre atribuída a ações humanas. Isso evidencia a necessidade urgente de uma abordagem mais eficaz para o controle e a prevenção de incêndios florestais.
Dados recentes mostram que as queimadas estão se tornando mais frequentes e devastadoras. A situação exige uma resposta coordenada e eficaz, tanto em nível nacional quanto internacional. A conscientização sobre as causas e consequências dos incêndios é fundamental para mobilizar a sociedade em busca de soluções.
Além disso, é crucial que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que visem a proteção do meio ambiente e a recuperação das áreas afetadas. Projetos que promovem a reabilitação de ecossistemas e a educação ambiental podem fazer uma diferença significativa na luta contra os incêndios florestais.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos e contribuir para a preservação do nosso patrimônio natural. Mobilizar recursos para apoiar ações de prevenção e recuperação ambiental é um passo importante para garantir um futuro mais sustentável e seguro para todos.

Estudo da Unesp alerta que mudanças climáticas podem reduzir áreas adequadas para cultivo da erva-mate de 12,25% para apenas 2,2% até o final do século, impactando a produção e o custo.

O Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza no Rio de Janeiro busca transformar a mobilização de capital para enfrentar a lacuna de US$ 200 bilhões em financiamento climático no Brasil. Com a participação de líderes do governo e da sociedade civil, o evento visa posicionar o país como protagonista na agenda climática global, promovendo soluções que integrem desenvolvimento, inclusão e conservação ambiental.

Uma nova coalizão internacional, a Coalizão Brasil para o Financiamento da Restauração e da Bioeconomia, anunciou um investimento de US$ 2,6 bilhões para reflorestamento no Brasil até 2030. O projeto visa recuperar 5 milhões de hectares de florestas, envolvendo 23 empresas e instituições, incluindo a Suzano e o Banco do Brasil.

Incêndios florestais no Distrito Federal aumentam drasticamente, com 18.794 ocorrências em 2024, um crescimento de 154,6%. Recentemente, grandes chamas ameaçaram residências na Saída Norte e Lago Sul.

Ferro-velho irregular em Nova Iguaçu é interditado pela Operação Desmonte, que combate o comércio ilegal de sucatas. A ação destaca riscos ambientais e a importância da legalidade no setor.

Um tamanduá-mirim foi atropelado na Estrada Vicinal Prefeito Hélio Gomes, em Presidente Epitácio, evidenciando a necessidade de medidas para proteger a fauna local. O ambientalista Djalma Weffort destaca a importância da espécie no controle de formigas e cupins, enquanto propostas de lombadas e radares visam reduzir os atropelamentos, especialmente durante o período de reprodução dos animais.