Vídeo de Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, sobre a adultização de crianças nas redes sociais viraliza, resultando na derrubada do perfil de Hytalo Santos e na proposta de regulamentação na Câmara dos Deputados.

O vídeo "Adultização", do influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, gerou um intenso debate sobre a exploração de crianças nas redes sociais. Com quase 34 milhões de visualizações em apenas cinco dias, o conteúdo denuncia a atuação de influenciadores que expõem menores em contextos sexualizados. O experimento de Felca revela como o algoritmo do Instagram promove esse tipo de conteúdo, conectando redes de pedofilia.
Um dos casos destacados no vídeo é o de Hytalo Santos, que acumulava mais de 20 milhões de seguidores. Santos exibia adolescentes em danças sensuais e contextos sugestivos, sendo alvo de investigações do Ministério Público da Paraíba. Após a viralização do vídeo, seu perfil foi removido das plataformas Instagram e TikTok, evidenciando a urgência da questão.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbe a exploração de imagens que comprometam a dignidade de menores, com penas que variam de seis meses a dois anos de prisão. Felca, em entrevista, relatou ter recebido ameaças e adotado medidas de segurança após suas denúncias. Ele enfatizou a gravidade do conteúdo que analisou, descrevendo a experiência como aversiva e dolorosa.
A advogada Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta, explica que a adultização não é um fenômeno novo, mas a discussão atual ganha força devido ao alcance das redes sociais. Ela destaca que as consequências da exploração infantil são severas, especialmente no ambiente virtual, onde as imagens permanecem acessíveis indefinidamente.
O impacto do vídeo de Felca se estendeu ao cenário político, resultando na apresentação de projetos de lei na Câmara dos Deputados para regulamentar a proteção de crianças na internet. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e a primeira-dama, Janja Lula da Silva, manifestaram apoio à responsabilização das plataformas digitais, reconhecendo a necessidade de um ambiente mais seguro para os jovens.
Com a crescente conscientização sobre a exploração infantil online, é fundamental que a sociedade civil se mobilize em prol de iniciativas que garantam a proteção de crianças e adolescentes. Projetos que visem a regulamentação e a responsabilização das plataformas podem ser impulsionados por ações coletivas, promovendo um ambiente digital mais seguro e saudável para todos.

Diego Barreto, CEO do iFood, enfatiza a inovação contínua e a tecnologia proprietária como essenciais para a competitividade da empresa, que já conta com 120 milhões de pedidos mensais. A companhia também investe em motos elétricas e saúde mental dos entregadores.

Transporte público no Rio de Janeiro é criticado por falta de acessibilidade para idosos, conforme destaca o gerontólogo Alexandre Kalache. Recentemente, 1.542 cidades em 51 países, incluindo 34 no Brasil, foram reconhecidas como "amigas do idoso" pela OMS.

A EcoRodovias intensifica seu compromisso com a sustentabilidade ao estabelecer metas até 2030, vinculando a remuneração de colaboradores a objetivos socioambientais e lançando a agenda "Vias da Sustentabilidade". A empresa busca reduzir em 42% suas emissões de gases de efeito estufa e promover a diversidade, almejando 50% de mulheres em cargos de liderança até 2030.

O Museu Nacional/UFRJ já recebeu mais de 15 mil visitantes desde o início da programação "Entre Gigantes". A nova iniciativa para o público neurodivergente oferece acesso exclusivo aos domingos.

Durante o Web Summit Rio 2025, a Vibra lançou a "Loja de Inconveniência", uma instalação impactante que expõe dados alarmantes sobre a violência sexual infantil no Brasil, buscando conscientizar a sociedade. A ação destaca que 71,5% dos casos são cometidos por pessoas próximas, reforçando a urgência de enfrentar essa realidade.

Dra. Chanaëlle Obadia destacou no congresso Albatros a experiência de João, um paciente com dependência de álcool, ressaltando a importância do acolhimento familiar e do paciente especialista no tratamento. A abordagem visa superar o estigma e facilitar o acesso ao tratamento.