O prazo para inscrições do curso "Jornalismo do Futuro — O GLOBO 100 Anos" encerra neste sábado, com mais de mil candidatos disputando 20 vagas em formação gratuita. O curso, que começa em 25 de agosto, visa moldar novos jornalistas para os desafios contemporâneos da comunicação.

O prazo para inscrições do curso "Jornalismo do Futuro — O GLOBO 100 Anos" encerra neste sábado, com início programado para 25 de agosto. A formação, que terá duração de quatro semanas, já atraiu mais de mil jornalistas recém-formados, que competem por apenas 20 vagas. Os selecionados terão a chance de debater o futuro da imprensa com profissionais do GLOBO e especialistas de diversas áreas.
Os interessados devem se inscrever através do site oficial. O processo seletivo inclui análise de currículos, testes de conhecimentos gerais e de redação, além de uma entrevista. O curso é voltado para jornalistas formados entre janeiro de 2022 e janeiro de 2025 em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e será realizado gratuitamente na sede da Editora Globo, no Rio de Janeiro.
Durante o curso, os participantes vivenciarão a rotina da redação e participarão de aulas e palestras sobre temas variados, como economia, política, inteligência artificial e checagem de dados. Alan Gripp, diretor de Redação do GLOBO, destaca a importância de formar novas gerações de jornalistas que possam refletir sobre o país e se adaptar às mudanças do setor.
O curso é uma das iniciativas que marcam o centenário do GLOBO, fundado por Irineu Marinho em 29 de julho de 1925. William Helal Filho, coordenador de Treinamento e Qualificação do jornal, enfatiza a responsabilidade do GLOBO em contribuir para a formação de novos profissionais em um cenário de constantes transformações no jornalismo.
Ao final do curso, os participantes deverão apresentar um projeto digital, que pode incluir reportagens multimídia, infográficos ou novos produtos para redes sociais, todos com potencial de implementação no GLOBO. O projeto conta com o apoio de instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento de talentos na comunicação e na indústria criativa. A união da sociedade civil pode ser decisiva para apoiar projetos que visam a formação de novos profissionais e a inovação no jornalismo, contribuindo para um futuro mais dinâmico e informado.

Defensoria Pública de SP lança Carta Nacional de Acesso à Justiça com foco em gênero e raça. A iniciativa busca garantir a inclusão e participação das mulheres no sistema de Justiça, promovendo mudanças permanentes.

Em 2024, a população adulta com ensino superior no Brasil superou 20%, mas ainda está abaixo da média da OCDE. A expansão se deve a cursos a distância, levantando preocupações sobre qualidade e conclusão do ensino médio.

Trinta alunas do ensino médio no Distrito Federal vão assumir cargos de liderança por um dia, promovendo empoderamento feminino e equidade de gênero. O projeto Meninas em Ação começa em 10 de outubro.

A Fundação Bradesco e a Microsoft lançam quatro novos cursos gratuitos online sobre inteligência artificial, visando promover inclusão digital e qualificação profissional. As inscrições estão abertas na plataforma Escola Virtual.

O Festival LED — Luz na Educação retorna ao Rio de Janeiro nos dias 13 e 14, reunindo grandes nomes da educação e cultura, como Chimamanda Adichie e Marcelo Gleiser, com foco em inovação educacional. O evento, que ocorrerá na Praça Mauá, contará com oficinas, prêmios e discussões sobre temas relevantes, promovendo transformações no setor. As inscrições são gratuitas e já estão abertas.

Projeto de Lei nº 1.691/2025 busca criminalizar desafios perigosos online após tragédia. A proposta, motivada pela morte de uma criança em um desafio viral, prevê penas de até 30 anos e novas obrigações para escolas e Conselhos Tutelares.