Hospital Regional de Santa Maria promove II Encontro de Conscientização sobre atendimento a pacientes com Transtorno do Espectro Autista, abordando humanização e inclusão social.

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) sediou, no dia três de abril, o II Encontro de Conscientização no Atendimento ao paciente com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O evento reuniu especialistas que discutiram estratégias de atendimento e compartilharam experiências com profissionais que trabalham com pacientes autistas e com outras deficiências. A chefe do serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Érika Maurienn, ressaltou que o atendimento a esses pacientes é um desafio constante e que é fundamental buscar melhorias para garantir um atendimento adequado.
Adriana Gonçalves, representando a Diretoria de Atenção à Saúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), enfatizou a relevância do tema, que abrange não apenas a saúde, mas também a educação e a assistência social. Ela destacou a necessidade de pensar no futuro das pessoas autistas, que um dia se tornarão adultos e poderão precisar de apoio contínuo. O debate sobre inclusão social é essencial para garantir que essas pessoas tenham um lugar na sociedade.
A cirurgiã dentista e professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Laís Amaral, apresentou uma palestra sobre Transtornos de Integração Sensorial, abordando técnicas de acomodação sensorial que podem ser aplicadas em consultórios odontológicos. Ela mencionou a importância de utilizar recursos como objetos calmantes e musicoterapia para melhorar a experiência do paciente, ressaltando que cada indivíduo possui particularidades que devem ser respeitadas durante o atendimento.
A neuropediatra do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Ellen Siqueira, falou sobre os níveis de suporte necessários para pacientes com TEA, destacando que cada caso é único e que o suporte pode variar ao longo da vida. Os cirurgiões dentistas do ambulatório de Odontologia PCD do HRSM, Diego Sindeaux e Dryelle Flores, compartilharam suas experiências sobre o atendimento humanizado, enfatizando a importância de respeitar os limites de cada paciente e a colaboração com a equipe do Centro Cirúrgico.
Diego Sindeaux explicou que o tratamento de pacientes autistas requer um manejo diferenciado, pois muitos deles apresentam hipersensibilidade a estímulos como som, luz e toque. Em alguns casos, é necessário realizar o tratamento sob anestesia geral. Vinícius Reis, musicólogo e estudante de terapia ocupacional, também participou do evento, ressaltando a importância de capacitar os profissionais de saúde para promover uma vivência inclusiva e humanizada.
Iniciativas como o II Encontro de Conscientização são fundamentais para promover a inclusão e a humanização no atendimento a pacientes com TEA. A união da sociedade civil pode ser decisiva para apoiar projetos que visem melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e garantir que tenham acesso a cuidados adequados. A mobilização em torno dessas causas é essencial para construir um futuro mais inclusivo.

Aprender novas habilidades, como dançar ou pintar, é essencial para a saúde cerebral em idades avançadas, reduzindo o risco de demência e aumentando a reserva cognitiva. Estudos mostram que atividades desafiadoras e envolventes promovem a neuroplasticidade, tornando o aprendizado uma estratégia vital para o envelhecimento saudável.

O Google anunciou um projeto para capacitar 1 milhão de brasileiros com cursos gratuitos em Inteligência Artificial. A iniciativa, apresentada no Web Summit Rio, visa suprir a demanda por profissionais qualificados em um mercado em crescimento. Os cursos estão disponíveis na plataforma Cloud Skills Boost, abrangendo diversos níveis de aprendizado, com mais de 600 opções, incluindo 49 focadas em inteligência artificial generativa. Para se inscrever, basta criar uma conta na plataforma e buscar pelo conteúdo desejado.

O Inep planeja uma nova matriz para o Enem, prevista para 2028, enquanto a UFMG adota um vestibular seriado, mantendo o Sisu como principal acesso ao ensino superior. Essas mudanças visam melhorar a avaliação da educação básica e a experiência dos estudantes.

Dados do Censo de 2022 revelam que a fecundidade no Brasil caiu para 1,6 filho por mulher, abaixo da taxa de reposição, com a educação feminina sendo um fator determinante. Essa mudança impacta a estrutura social e econômica do país.

A integração da inteligência artificial nas escolas brasileiras, como a correção de tarefas, está transformando a educação e promovendo um uso mais consciente da tecnologia. Iniciativas em São Paulo, Espírito Santo e Paraná mostram que a IA pode ser aliada no aprendizado, com resultados positivos e crescente aceitação entre alunos e professores.

Em 2025, o Programa Universidade para Todos (Prouni) oferece mais de 330 mil bolsas de estudo em mil instituições, beneficiando estudantes de baixa renda. O programa exige desempenho no Enem e comprovação de renda.