Insper lança curso de Engenharia de Produção para 2026, visando atender setores diversos e aumentar bolsas para alunos de baixa renda. A instituição busca atrair mais estudantes e inovar no ensino prático.

O Insper, uma das principais instituições de ensino superior em São Paulo, anunciou a abertura de um novo curso de Engenharia de Produção, com início previsto para 2026. A aprovação foi concedida pelo Ministério da Educação (MEC) e o vestibular ocorrerá no final de 2025. Este curso visa preparar profissionais para atuar em diversos setores, incluindo saúde, logística e tecnologia.
A faculdade, que já forma engenheiros nas áreas de Mecânica, Mecatrônica e Computação, tem como objetivo aumentar o número de bolsas de estudo para alunos de baixa renda. Atualmente, cerca de 10% dos alunos são bolsistas, e a meta é elevar esse percentual para 20%. O presidente do Insper, Guilherme Martins, destacou a importância de atrair estudantes de classe média e baixa renda, oferecendo suporte financeiro e moradia.
O novo curso de Engenharia de Produção foi desenhado para desenvolver habilidades práticas e analíticas, permitindo que os alunos compreendam a aplicação da teoria em situações reais. Martins enfatizou que o currículo será estruturado para que os alunos possam entender a relevância dos conceitos matemáticos e de engenharia desde o início de sua formação.
Nos últimos anos, o Brasil registrou uma queda no número de calouros em cursos de Engenharia, com uma redução de 23% entre 2014 e 2023. Apesar desse cenário, o Insper acredita na necessidade de formar novos engenheiros, especialmente em um contexto de desindustrialização. A instituição vê a abertura do novo curso como uma resposta a essa demanda.
O curso de Engenharia de Produção se diferencia por preparar profissionais para atuar não apenas na indústria, mas também em setores de serviços e políticas públicas. Martins ressaltou que o engenheiro formado pelo Insper terá uma visão ampla e será capaz de lidar com desafios contemporâneos, como sustentabilidade e eficiência operacional.
Com a ampliação do programa de bolsas e a introdução do novo curso, o Insper busca não apenas diversificar sua grade curricular, mas também contribuir para a inclusão social no ensino superior. Essa iniciativa pode inspirar a sociedade a se mobilizar em apoio a projetos que promovam a educação e a formação de profissionais qualificados, beneficiando aqueles que mais precisam.

O comitê consultivo do Ministério da Educação (MEC) apresentou um relatório que propõe melhorias nas avaliações de alfabetização no Brasil, visando maior transparência e integração. A discrepância entre os índices de alfabetização, que variam de 49% a 56%, levanta questões sobre a confiabilidade dos dados. As recomendações incluem a padronização dos instrumentos de avaliação e a divulgação de diretrizes claras, reforçando o compromisso do governo com a alfabetização de crianças.

O Ministério da Educação (MEC) suspendeu novos cursos de Educação a Distância (EaD) e estabeleceu diretrizes para melhorar a qualidade educacional, restringindo áreas como Medicina e Engenharia. A nova legislação visa garantir uma formação mais qualificada e limitar turmas excessivas.

O Conecta Saeb promoverá aulões online gratuitos em agosto para preparar alunos e gestores para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), com foco em Matemática e Língua Portuguesa. As aulas visam democratizar o acesso ao conhecimento e melhorar a qualidade do ensino público no Brasil.

A PUC-RS lançou quarenta cursos online gratuitos com certificado, abrangendo áreas como finanças e neurociência, para quem busca aprimorar conhecimentos. As aulas são flexíveis e acessíveis a todos.

O governo de São Paulo implementou uma inteligência artificial para corrigir deveres de casa de alunos do 8º ano e 1º ano do ensino médio, visando expandir a iniciativa para toda a rede estadual. A IA, que já atua em 5% das tarefas, promete otimizar a correção e incentivar habilidades essenciais para o futuro dos estudantes.

Em 2024, a taxa de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham no Brasil caiu para 18,5%, refletindo uma melhora no mercado de trabalho, mas ainda revela desigualdades de gênero e raça.