O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, uma inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial, com o objetivo de impactar 100 mil educadores até 2026. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb oferece suporte a instituições na promoção da diversidade e inclusão, atuando em ambientes corporativos e educacionais. Desde seu lançamento, já trocou mais de 58 mil mensagens e se destaca em campanhas como "Respeito Sim" e "Escolas Sim".

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, a primeira inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial. A ferramenta já está em funcionamento em várias instituições e visa impactar cem mil educadores até dois mil e vinte e seis. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb busca esclarecer dúvidas sobre diversidade racial, ajudando empresas e escolas a promoverem um ambiente mais inclusivo.
A Deb é projetada para responder a perguntas comuns, como o uso de termos raciais e a compreensão do racismo estrutural. Além disso, a inteligência artificial auxilia na elaboração de políticas de diversidade e na realização de treinamentos, funcionando como um canal seguro para aprendizado. Luana Genot, diretora executiva do ID_BR, destaca que a Deb foi criada para acolher dúvidas sem julgamentos, transformando-as em conhecimento.
Diferentemente de assistentes virtuais convencionais, a Deb utiliza uma base de dados específica, alimentada por especialistas que contribuíram com informações sobre história, cultura e legislação relacionadas à diversidade. Essa abordagem garante que as respostas sejam precisas e contextualizadas, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A ferramenta já está em uso no Sabará Hospital Infantil, em São Paulo, onde atende mais de mil colaboradores. Além disso, participa da campanha “Respeito Sim”, atuando em centros de treinamento e eventos esportivos, oferecendo suporte e orientação a atletas e torcedores. No setor educacional, a Deb é parte do programa “Escolas Sim”, em colaboração com as Secretarias de Educação de diversos estados, promovendo letramento racial e digital.
Desde seu lançamento em maio de dois mil e vinte e quatro, a Deb já registrou mais de cinquenta e oito mil mensagens trocadas e conta com dezessete mil seguidores nas redes sociais. O ID_BR enfatiza a importância histórica da ferramenta, ressaltando que a desigualdade racial no Brasil é um problema social e econômico significativo, com perdas estimadas em mais de cento e sessenta trilhões de dólares na economia global devido à exclusão de grupos racializados.
Com a meta de impactar dois milhões de estudantes até dois mil e vinte e seis, a Deb pretende ser um marco na luta contra o racismo no Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para impulsionar iniciativas que promovam a inclusão e a educação racial, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

Secretário de Educação de Barueri, Celso Furlan, é exonerado após declarações preconceituosas sobre alunos com deficiência. A prefeitura reafirma seu compromisso com a inclusão e lamenta o ocorrido.

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 de agosto, convoca as igrejas evangélicas a refletirem sobre a inclusão real, além da presença física, de fiéis com deficiência. A falta de diálogo e o capacitismo ainda excluem esses indivíduos, que possuem dons e habilidades valiosas.

Os pagamentos do Bolsa Família de julho de 2025 iniciam em 18 de julho, com beneficiários de NIS final 1 recebendo primeiro. O auxílio-gás também será disponibilizado para algumas famílias.

Pesquisadores da Unicamp e UFRGS identificam a dinapenia infantil, caracterizada pela perda de força muscular em crianças, agravada pelo sedentarismo e uso excessivo de telas. A situação é alarmante, pois pode levar a problemas de saúde antes restritos a adultos.

O governo federal, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, planeja um programa de financiamento para motos de entregadores de aplicativos, visando melhorar suas condições de trabalho. A proposta, que ainda não tem data definida, busca garantir infraestrutura básica para esses profissionais. Lula se reuniu com presidentes de bancos públicos para discutir a criação de linhas de crédito, enquanto o Ministério do Trabalho enfrenta desafios na regulamentação do setor.

O presidente Lula sancionou a ampliação das cotas para negros, indígenas e quilombolas em concursos públicos federais de 20% para 30%, promovendo maior equidade e representatividade. A medida é vista como um avanço na justiça racial e pode impactar positivamente a mobilidade social desses grupos historicamente marginalizados.