O medo da escassez afeta muitos, especialmente os que romperam ciclos de pobreza. É crucial reconhecer esse medo e transformá-lo em movimento consciente, priorizando o autocuidado e reavaliando relações.

O medo da escassez é uma realidade que afeta muitas pessoas, especialmente aquelas que romperam ciclos de pobreza e violência. Esse sentimento, muitas vezes disfarçado de prudência ou gratidão, pode levar a escolhas prejudiciais. Aqueles que se tornam os "primeiros" em suas famílias a alcançar conquistas significativas, como a conclusão de um curso superior ou a ascensão a cargos de liderança, sentem uma pressão intensa para não falhar e não retroceder.
Esse medo pode resultar em decisões que não são benéficas, como aceitar empregos mal remunerados, contratos injustos ou relações tóxicas. A lógica da escassez molda comportamentos sem que as pessoas percebam, levando à confusão entre resiliência e conformismo. Muitas vezes, as pessoas se sentem obrigadas a agradecer por situações que as machucam, silenciando suas necessidades e reivindicações.
Reconhecer a existência desse medo é fundamental. Ignorá-lo não é uma opção viável. É necessário aprender a atravessar esse sentimento, permitindo que ele não direcione a vida. O movimento consciente, que envolve observar, aprender e reconfigurar, é um antídoto eficaz. Esse tipo de movimento ajuda a identificar oportunidades e a filtrar excessos que podem obscurecer a visão do que realmente importa.
Reavaliar relações e condições de trabalho é essencial para promover o autocuidado. Recusar relacionamentos que reproduzem violências emocionais e negociar melhores condições de trabalho são atos de autorrespeito. Revisar as regras internas de merecimento é urgente, e é necessário estabelecer um novo contrato consigo mesmo, que inclua a cláusula de não aceitar menos do que se merece.
A escassez é uma realidade, especialmente em contextos de desigualdade, como o Brasil. No entanto, a escassez mais prejudicial é aquela que se instala internamente, limitando a visão das próprias capacidades. O ato de recusar o que diminui é um passo importante para romper com o ciclo do medo e confiar na capacidade de recomeçar, mesmo diante das dificuldades.
Nossa união pode ser um fator transformador em situações de vulnerabilidade. Ao apoiar iniciativas que promovem o autocuidado e a reavaliação de relações, podemos contribuir para um ambiente mais saudável e justo. Projetos que visam ajudar aqueles que enfrentam o medo da escassez merecem nosso apoio e atenção.

A Comissão de Direitos Humanos do Senado cobra redes sociais após morte de criança. Após a morte de uma menina de 8 anos, a Comissão de Direitos Humanos do Senado enviou ofício a plataformas digitais exigindo explicações sobre a disseminação de conteúdos prejudiciais. A criança faleceu ao participar de um desafio viral, inalando gás de aerossol. A senadora Damares Alves questiona as medidas de segurança adotadas pelas empresas e pede responsabilização dos autores do desafio. A senadora também se reunirá com representantes das plataformas para discutir ações preventivas.

Durante o RH Summit 2025, Carolina Ignarra, CEO da Talento Incluir, enfatizou que a inclusão de pessoas com deficiência vai além da contratação, exigindo dignidade e oportunidades reais de crescimento. A consultoria já ajudou mais de 9 mil profissionais, mas a desigualdade persiste.

A icônica foto "Serra Pelada" de Sebastião Salgado foi selecionada pelo The New York Times como uma das 25 imagens que definiram a modernidade desde 1955, destacando a exploração no garimpo brasileiro. A imagem, que retrata milhares de trabalhadores em uma mina de ouro no Pará, chamou a atenção global para as condições de trabalho na década de oitenta. Salgado, que defende seu olhar sobre a realidade social, enfatiza que suas fotos refletem sua vivência no terceiro mundo.

A Allos, maior grupo de shoppings do Brasil, reportou lucro de R$ 242,1 milhões no primeiro trimestre de 2025 e planeja um protocolo de acessibilidade, além de investir em recarga de veículos elétricos e mídia digital.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou uma medida provisória que reformula o setor elétrico, criando novas faixas de isenção e descontos na conta de luz para até 60 milhões de brasileiros. A reforma, que visa beneficiar famílias de baixa renda, terá um custo anual estimado em R$ 3,6 bilhões.

O Hospital Albert Einstein lança a área GATE para desenvolver tecnologias que visam reduzir iniquidades em saúde, com projetos inovadores como VIGIAMBSI, integrando dados de saúde e saneamento em Distritos Indígenas.