O governo do Distrito Federal, liderado por Ibaneis Rocha, investirá R$ 1 bilhão semestralmente em infraestrutura, incluindo a construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a realocação de camelôs da rodoviária.

O governo do Distrito Federal, sob a liderança do governador Ibaneis Rocha, anunciou um investimento significativo em infraestrutura e serviços públicos. O secretário de Governo, José Humberto Pires, revelou que a administração está focada na construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na realocação de camelôs da rodoviária, com um aporte de R$ 1 bilhão a cada semestre para obras.
Durante uma entrevista no evento CB.Poder, uma parceria entre o Correio e a TV Brasília, Pires destacou que cerca de 300 obras estão em andamento e outras estão sendo planejadas. “Além dessas obras em curso, iremos construir mais sete UPAs pelo Distrito Federal. Vamos abrir as ordens de serviço de cidade em cidade para continuarmos investindo”, afirmou o secretário.
O secretário também mencionou a importância de levar serviços essenciais, como água, luz e saneamento básico, para áreas carentes, citando o exemplo de Santa Luzia. “Essa era uma área que estava condenada a ser retirada, porém, a partir de um levantamento que foi feito para oferecer a fixação do bairro, conseguimos mudar esse cenário”, explicou.
O investimento em obras é uma prioridade do governo, com R$ 1 bilhão sendo alocados semestralmente. Pires também abordou a questão da realocação dos ambulantes da Rodoviária do Plano Piloto, afirmando que um ambiente exclusivo para esses comerciantes está sendo criado na plataforma superior. “Temos mais 30 dias para realocar esses comerciantes. Iremos nos concentrar para resolver esse problema com os ambulantes que estão cadastrados”, concluiu.
A iniciativa do governo visa não apenas melhorar a infraestrutura da cidade, mas também proporcionar melhores condições de trabalho para os camelôs, que enfrentam desafios diários em suas atividades. O compromisso com a urbanização e o saneamento básico reflete um esforço contínuo para transformar Brasília em um exemplo de gestão pública.
Essas ações demonstram como a união da sociedade pode impactar positivamente a vida de muitos. Projetos que visam a melhoria das condições de vida e trabalho devem ser apoiados pela comunidade, pois a solidariedade é fundamental para promover mudanças significativas e duradouras.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as diretrizes para cirurgia bariátrica, permitindo o procedimento a partir de IMC de 30 kg/m² e para adolescentes a partir de 14 anos com obesidade grave. As novas regras visam atender a demanda por tratamentos mais acessíveis e seguros.

Cerca de 800 fiéis participaram do Domingo de Ramos na Catedral Metropolitana de Brasília, conduzidos pelo cardeal Dom Paulo Cezar, que ressaltou a importância da tradição e do amor a Cristo. A celebração também marcou o início da Coleta Nacional da Campanha da Fraternidade 2025, voltada para projetos sociais.
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu mil mantas e 200 lençóis da Fábrica Social, parte da Campanha do Agasalho Solidário 2025, promovendo conforto aos pacientes. A doação, coordenada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, visa substituir itens antigos do enxoval hospitalar, refletindo um gesto de cuidado e acolhimento, segundo a diretora geral, Marina da Silveira.

A negligência na saúde da mulher pode gerar perdas de até US$ 1 trilhão anuais até 2040, alerta Ana Cabral, da Evah Saúde, destacando a urgência de um cuidado integral e políticas públicas eficazes.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças no Proagro, aumentando a cobertura máxima para 95% e reduzindo custos, visando beneficiar a agricultura familiar. As alterações, que entram em vigor na safra 2025/2026, buscam atender mais produtores e ajustar o orçamento do programa, que teve gastos elevados nos últimos anos.

O World Giving Report 2025 revela que países de menor renda, como a Nigéria, são mais generosos em doações proporcionais, com o Brasil na 48ª posição, destinando 0,93% da renda a causas sociais. A pesquisa destaca a relação entre generosidade e percepção de necessidade, evidenciando que a cultura e a confiança nas organizações sociais influenciam as doações.