Cidade Ademar fez história ao receber a Virada Cultural pela primeira vez, com a banda Jeito Moleque animando um público diversificado e clamando por mais eventos culturais na região. A inclusão do bairro no evento é um passo significativo para democratizar o acesso à cultura nas periferias de São Paulo.

O bairro de Cidade Ademar, localizado na zona sul de São Paulo, fez história ao receber, pela primeira vez, a Virada Cultural, um evento que promove atrações culturais gratuitas na cidade. Neste domingo, 25 de maio, a banda Jeito Moleque animou o público com seu pagode, atraindo uma plateia diversificada, composta por crianças, jovens, adultos e idosos.
O show, que estava programado para iniciar às 14h30, teve um atraso de cerca de meia hora, mas isso não diminuiu a animação dos fãs, que lotaram a área em frente ao palco. Com um repertório repleto de sucessos, como "Presente" e "Rosinha", a banda fez com que o público cantasse e dançasse, criando uma atmosfera vibrante.
A interação entre os músicos e a plateia foi um dos pontos altos do evento. O vocalista Gui Albuquerque destacou a energia do público, afirmando: "A energia aqui está incrível! Cidade Ademar veio para mostrar que sabe curtir um pagode de respeito". Essa conexão foi evidente, com famílias se divertindo juntas, crianças nos braços dos pais e avós sambando ao lado dos netos.
Janete, uma moradora de 41 anos, comentou sobre a experiência: "Vim com a família, ontem e hoje. Estou me divertindo muito. Tem que ter mais vezes, nas próximas Viradas, porque a comunidade está curtindo e aproveitando com toda a família. O evento está show de bola". A inclusão de Cidade Ademar no roteiro da Virada Cultural foi vista como um passo significativo para democratizar o acesso à cultura em áreas periféricas.
O sucesso do show do Jeito Moleque, que terminou com o público pedindo bis, reforçou a demanda por mais eventos culturais na região. A realização da Virada Cultural em Cidade Ademar não apenas trouxe entretenimento, mas também destacou a importância de iniciativas que promovam a cultura em comunidades menos favorecidas.
Eventos como este demonstram como a união da comunidade pode resultar em experiências enriquecedoras. A continuidade de ações culturais na região pode ser impulsionada por iniciativas que envolvam a sociedade civil, promovendo o acesso à cultura e ao lazer para todos.

O Sebrae lançou o FAMPE 100%, garantindo crédito integral para mulheres empreendedoras, e promoveu a Caravana Sebrae Delas em Aracaju, reunindo três mil participantes e premiando doze empreendedoras locais.

O megaprojeto MARAEY, em Maricá, Rio de Janeiro, foi autorizado a retomar suas obras pelo STJ, após paralisação desde maio de 2023, prometendo investimentos de R$ 4 bilhões e geração de 18 mil empregos.

O governo federal anunciou que pacientes do SUS poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, em troca de abatimento de dívidas com o Ministério da Saúde. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso a procedimentos especializados.

Na Câmara dos Deputados, discutiu-se a proteção de crianças na internet, com foco no PL 2628, que visa responsabilizar plataformas digitais pelos danos causados à infância. A reunião, presidida por Hugo Motta e Maria do Rosário, contou com a presença de ativistas e organizações de defesa da infância. O PL 2628 é considerado essencial para mitigar os impactos negativos das redes sociais, que têm contribuído para o aumento da depressão e ansiedade entre jovens no Brasil.

Uma decisão judicial recente reconheceu a responsabilidade do Estado por adoções ilegais de crianças nos anos 1980 em Minas Gerais, resultando em indenizações de R$ 1,8 milhão a três famílias. O julgamento abre precedentes para que outras vítimas busquem reparação e destaca a importância do acesso à justiça em casos de violações de direitos.

A Prefeitura de São Paulo entregou 330.277 próteses dentárias entre 2020 e maio de 2025, reduzindo o tempo de espera de cinco anos para 28 dias, beneficiando adultos e idosos em situação vulnerável. Iniciativas como a Unidade Odontológica de Rua e atendimentos hospitalares têm transformado vidas, como a de Dona Laura, que superou a vergonha e agora trabalha após receber sua prótese.