O megaprojeto MARAEY, em Maricá, Rio de Janeiro, foi autorizado a retomar suas obras pelo STJ, após paralisação desde maio de 2023, prometendo investimentos de R$ 4 bilhões e geração de 18 mil empregos.

O megaprojeto MARAEY, que busca transformar Maricá, no Rio de Janeiro, em um destino de turismo de luxo, recebeu autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para retomar suas atividades. O projeto estava paralisado desde maio de 2023 e agora poderá avançar com a construção de três hotéis da rede Marriott, uma escola de hotelaria em parceria com a Escola de Hotelaria de Lausanne (EHL) e um Centro de Referência Ambiental. O investimento inicial é estimado em R$ 4 bilhões.
As obras ocuparão apenas 6,6% do terreno, que está localizado em uma restinga entre o mar e a lagoa, dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá. Esse percentual é equivalente à metade do que é permitido pelo plano de manejo local. Emilio Izquierdo, CEO de MARAEY, expressou satisfação com a decisão do STJ, ressaltando a importância do projeto para o desenvolvimento sustentável da região.
O projeto não se limita à construção de hotéis. Ele também prevê a criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e a entrega de títulos de propriedade à comunidade de pescadores de Zacarias. Essas iniciativas visam promover a conservação ambiental e a inclusão social, alinhando-se aos princípios de desenvolvimento sustentável.
Durante a fase de obras, a expectativa é de que mais de 18 mil empregos sejam gerados, além de cinco mil postos diretos na primeira etapa de operação. Essa geração de empregos é um aspecto crucial, especialmente em um contexto onde a economia local busca se recuperar e se fortalecer.
A autorização do STJ representa um marco importante para o avanço do projeto, que passou por um rigoroso processo de licenciamento de mais de treze anos. A expectativa é que a implementação do MARAEY não apenas atraia turistas, mas também impulsione a economia local e estadual, beneficiando a população de Maricá e do Rio de Janeiro.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para o fortalecimento de projetos que visam o desenvolvimento econômico e social. A união em torno de causas que promovem o bem-estar da comunidade é fundamental para garantir um futuro mais próspero e sustentável.

Foi inaugurada a Biblioteca Wilma Lancellotti em São Paulo, idealizada pelo padre Júlio Lancellotti, com acervo de oito mil livros e serviços de apoio à cidadania para a população em situação de rua.

A empresa X lançou uma nova linha de produtos sustentáveis, destacando um produto inovador que é eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para promover a educação ambiental.

O Ministério da Saúde inicia o envio de mensagens via WhatsApp para alertar 270 mil pacientes com hipertensão sobre a continuidade do tratamento. A ação visa reforçar a adesão a medicamentos essenciais.

O projeto Ana Autoestima, da empresa social Tabu Tabu, promove educação sexual e autoconhecimento entre mulheres da favela Parque Analândia, abordando temas como prazer e consentimento. A iniciativa busca empoderar essas mulheres, que enfrentam desafios relacionados à saúde e autoestima, através de grupos de WhatsApp e encontros presenciais.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 estão sendo finalizados hoje, 27 de junho, com novos benefícios e valores para famílias de baixa renda. O cronograma de repasses segue a ordem do dígito final do NIS.

A psicóloga Alessandra Arrais discute a relevância dos bebês reborn na saúde mental materna, especialmente em lutos, durante a campanha Maio Furta-Cor, que visa aumentar a conscientização sobre o tema.