O governo federal anunciou que pacientes do SUS poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, em troca de abatimento de dívidas com o Ministério da Saúde. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso a procedimentos especializados.

O governo federal anunciou, no dia 28 de julho, uma nova iniciativa do programa Agora Tem Especialistas, que visa reduzir as filas de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Pacientes que aguardam procedimentos especializados poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde. Essa ação permitirá que as operadoras ofereçam cirurgias, exames e consultas em troca do abatimento de suas dívidas com o Ministério da Saúde.
A portaria que regulamenta essa ação foi assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo ministro da Advocacia Geral da União, Jorge Messias. A meta é converter R$ 750 milhões em atendimentos, representando cerca de 58% do total de R$ 1,3 bilhão que os planos de saúde devem ao governo federal por atendimentos realizados na rede pública.
Padilha destacou que, apesar de o ressarcimento ser obrigatório, a recuperação desses valores é lenta e nem sempre pode ser utilizada para ações prioritárias. “Estamos transformando essas dívidas em mais cirurgias, mais exames, mais consultas especializadas e menos tempo de espera para quem está aguardando”, afirmou durante coletiva de imprensa.
Três dias após a publicação da portaria, será aberto um edital para adesão voluntária das operadoras interessadas. Elas deverão comprovar capacidade técnica e operacional, além de oferecer procedimentos nas seis especialidades médicas com maior demanda: oncologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, cardiologia e ginecologia.
Os atendimentos ocorrerão nas redes dos planos de saúde a partir de agosto, mas algumas etapas ainda precisam ser cumpridas. Após a adesão, as operadoras deverão preencher uma matriz de oferta, que será analisada pelo ministério e aprovada pelas Comissões de Intergestores Bipartite (CIB) antes da formalização dos contratos.
A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) manifestou entusiasmo com a portaria, considerando-a um passo importante para a integração entre os setores público e privado. A colaboração entre esses setores pode ser fundamental para melhorar o acesso da população a serviços de saúde, especialmente para aqueles que mais precisam. Projetos que promovam essa integração devem ser apoiados pela sociedade civil.

Danni Suzuki participou do “Conecta Paris”, abordando liderança feminina e se destacou como a primeira brasileira de ascendência asiática a protagonizar um longa-metragem, "Segredos". A atriz continua ativa em projetos sociais, como o “Passaporte Digital”, que oferece aulas a refugiados.

A COP30 em Belém gera questionamentos sobre os benefícios para a população local e a inclusão de grupos sub-representados, em meio a críticas sobre infraestrutura e custos elevados. A cidade pode se tornar um centro de debates climáticos, mas é crucial garantir que os ganhos sejam distribuídos e que a comunidade participe ativamente do evento.

A cantora Simony, em remissão de câncer de intestino, reflete sobre sua recuperação e lamenta a morte de Preta Gil, amiga que também enfrentou a doença. Ela prioriza o autocuidado e realiza seus sonhos.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) confirmou a condenação da União a pagar R$ 200 mil por danos morais coletivos devido a declarações homofóbicas do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro. A indenização será destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, visando políticas LGBTI+. O relator do caso, desembargador Wilson Zauhy, destacou que as falas de Ribeiro, que associaram a homossexualidade a "famílias desajustadas", ferem princípios fundamentais da sociedade. A decisão reflete a intolerância à discriminação por parte de agentes públicos.

Um ano após as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, apenas 1.549 moradias foram entregues, enquanto 7.470 estão em construção, evidenciando a lentidão da recuperação. Famílias ainda enfrentam dificuldades e aguardam lares definitivos.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou um projeto que aumenta as penas para maus-tratos a essa população, alterando o Código Penal. O deputado Ribamar Silva destaca a importância da medida para garantir segurança e respeito.