A Prefeitura de São Paulo entregou 330.277 próteses dentárias entre 2020 e maio de 2025, reduzindo o tempo de espera de cinco anos para 28 dias, beneficiando adultos e idosos em situação vulnerável. Iniciativas como a Unidade Odontológica de Rua e atendimentos hospitalares têm transformado vidas, como a de Dona Laura, que superou a vergonha e agora trabalha após receber sua prótese.

A Prefeitura de São Paulo tem se dedicado à reabilitação oral da população adulta e idosa, oferecendo próteses dentárias como parte de uma estratégia de cuidado integral. Entre 2020 e maio de 2025, foram entregues 330.277 próteses dentárias, incluindo modelos totais, parciais removíveis e parciais fixas. Nos primeiros cinco meses de 2025, 47.718 próteses foram entregues, enquanto em 2024 o total foi de 119.048. O tempo de espera para o serviço caiu drasticamente, de cinco anos para aproximadamente 28 dias.
O número de pessoas aguardando por próteses também diminuiu consideravelmente, passando de cerca de 81 mil em 2020 para aproximadamente 900 atualmente. Essa redução é resultado do aumento no fornecimento de insumos e da capacitação dos profissionais da Atenção Básica, além da ampliação da rede de atendimento. A reabilitação oral não apenas melhora a saúde bucal, mas também proporciona um resgate emocional e social aos beneficiados.
Iniciativas como a Unidade Odontológica de Rua, que oferece consultórios itinerantes, têm sido essenciais nesse processo. Alexandre Furtado da Silva e Daniel Alexandre Silva, que viviam em situação de rua, receberam próteses dentárias. Dona Laura, de 61 anos, que também passou por dificuldades, relata que antes da prótese sentia vergonha e agora afirma: "Vou abrir sorriso para todo lado". Após receber o atendimento, ela conseguiu sair da situação de rua e hoje trabalha em uma unidade do Serviço Integrado de Acolhida Terapêutica.
O atendimento odontológico também se estende a pacientes internados. No Hospital Municipal Guarapiranga, foram confeccionadas próteses dentárias para aqueles que estão acamados. Desde 2023, mais de 45 mil atendimentos odontológicos hospitalares foram realizados, incluindo a instalação de próteses à beira-leito. Essa abordagem demonstra o compromisso da Prefeitura em garantir acesso à saúde bucal para todos os cidadãos, independentemente de sua situação.
A rede de atendimento odontológico da Prefeitura conta com 971 Equipes de Saúde Bucal, compostas por cirurgiões-dentistas e auxiliares. Essas equipes estão preparadas para oferecer desde atendimento preventivo até reabilitação protética. Em 2024, foram implantados 20 novos serviços de saúde bucal, abrangendo áreas da Atenção Básica e da rede de Urgência e Emergência, com 444 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecendo atendimento acessível e de qualidade.
Essas iniciativas demonstram a importância de um sistema de saúde bucal eficiente e inclusivo. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitos que ainda necessitam de cuidados. A mobilização em torno da saúde bucal é fundamental para garantir que mais pessoas possam ter acesso a tratamentos essenciais e recuperar sua autoestima.

Uma pesquisa da USP revela que mais de 90% dos estudos sobre zoonoses ignoram indicadores epidemiológicos essenciais, propondo um plano de adaptação para os desafios climáticos em São Paulo. A análise de 312 artigos destaca a necessidade de integrar fatores socioeconômicos e ambientais para melhorar políticas públicas de saúde.

A 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto começa em 25 de outubro, com exibição gratuita de 144 filmes e homenagens a Marisa Orth e outros. O evento destaca a memória do audiovisual brasileiro.

O MobiMovie DENSO chega a Manaus de 25 de abril a 2 de maio, oferecendo cinema gratuito em dois bairros, com capacidade para 77 pessoas e filmes acessíveis, promovendo inclusão cultural. A iniciativa, apoiada pela Lei Rouanet e DENSO, visa combater a desigualdade cultural na Amazônia, onde apenas 9% dos municípios têm salas de cinema.

Milton dos Santos lança livro sobre práticas ESG para pequenas e médias empresas, alertando sobre riscos de não adoção e discutindo casos de assédio em ambientes corporativos. A urgência da mudança é evidente.

A Universidade de Brasília (UnB) desenvolveu a plataforma MEPA, que pode gerar uma economia de R$ 3 milhões anuais em energia elétrica para 20 universidades, com reduções de até 52,8%. A ferramenta, que utiliza inteligência artificial, analisa contas de luz e sugere contratos mais vantajosos. Em um contexto de restrições orçamentárias, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a liberação de R$ 300 milhões para universidades federais, aliviando a pressão financeira.

A vereadora Vanda Assis questionou o Ministério Público e a gestão municipal sobre a fiscalização de creches em Curitiba, após a morte de um bebê em uma creche clandestina que operava há dez anos.