Juliana Verde, violinista de Manaus, compartilhou sua trajetória no Hran durante evento sobre fissura labiopalatina. A iniciativa destacou a importância do tratamento gratuito e acolhedor oferecido pelo hospital.

Juliana Verde, uma violinista de trinta e cinco anos, nasceu em Manaus com fissura labiopalatina e passou por diversas cirurgias ao longo da vida. Recentemente, ela concluiu a última etapa de seu tratamento no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde recebeu uma reconstrução nasal e labial. Juliana destacou a importância do Hran, afirmando que o acolhimento e o atendimento especializado foram fundamentais em sua jornada. “Eu não sabia que o Hran oferecia esse atendimento especializado. Fiquei encantada com a forma como fui acolhida”, disse.
Na última semana, Juliana foi uma das atrações de um evento no Hran em comemoração ao Dia Nacional de Conscientização sobre Fissura Labiopalatina, celebrado em vinte e quatro de outubro. O evento, que teve como tema “Sorrisos que inspiram”, incluiu uma apresentação musical e uma cabine de fotos. Juliana emocionou o público ao tocar violino ao lado de seus alunos, incluindo um jovem paciente do ambulatório, que também possui fissura.
Calebe Rodrigues, um dos alunos de Juliana, é diagnosticado com a síndrome de Opitz-Frias, uma condição genética rara que causa malformações faciais, incluindo fissura palatina. Ele é acompanhado por uma equipe multiprofissional no Hran desde o nascimento e já passou por quatro cirurgias. A mãe de Calebe, Selma Rodrigues, ressaltou que nas aulas de violino, ele é tratado como igual pelos colegas, destacando a inteligência e a capacidade das crianças com fissura.
O ambulatório do Hran é uma referência no Distrito Federal e em todo o Centro-Oeste, atendendo mais de mil pacientes, com uma equipe composta por cirurgião plástico, dentista, fonoaudiólogo, psicólogo e nutricionista. O cirurgião plástico e coordenador do Serviço Multidisciplinar de Atendimento a Fissurados do Hran, Marconi Delmiro, explicou que a fissura ocorre entre a quarta e a décima segunda semana de gestação, podendo afetar o lábio, o palato ou ambos, e que as consequências incluem dificuldades para se alimentar e falar.
O tratamento no Hran é gratuito e segue um plano de cuidado que começa na gestação, com o acolhimento dos pais. Após o nascimento, o bebê é avaliado por uma equipe multidisciplinar, que traça um plano cirúrgico individualizado. Delmiro enfatizou a importância do tempo certo para a realização das cirurgias, pois atrasos podem impactar o desenvolvimento da fala da criança.
O Serviço Multidisciplinar de Atendimento aos Fissurados do Hran, em funcionamento desde dois mil e treze, realiza atendimentos nas segundas-feiras para consultas de avaliação e nos demais dias para consultas agendadas. Iniciativas como a do Hran são essenciais para promover a inclusão e o acolhimento de pessoas com fissura labiopalatina. A união da sociedade pode ser um fator decisivo para apoiar essas causas e garantir que mais pessoas tenham acesso a tratamentos adequados.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) renovou seu Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Militar do DF (PMDF) para fortalecer a proteção às vítimas de violência doméstica. A cerimônia, realizada no Espaço Flamboyant, destacou a redução dos feminicídios e o compromisso das instituições em garantir a segurança das mulheres e famílias. Autoridades ressaltaram a importância da atuação integrada e a necessidade de decisões judiciais eficazes, reafirmando a coragem dos policiais na linha de frente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.133/2025, que garante cirurgias reconstrutivas de lábio leporino e fenda palatina pelo SUS, incluindo acompanhamento pós-operatório. A medida visa melhorar a saúde e o desenvolvimento de cerca de 15 crianças que nascem diariamente com essa condição no Brasil.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a criação de uma comissão para combater a "adultização" de crianças na internet, após a repercussão de um vídeo viral sobre exploração de menores. A comissão terá trinta dias para analisar propostas e formular um texto de consenso, unindo partidos em torno da proteção infantil online.

O bairro do Méier, no Rio de Janeiro, celebra 136 anos com revitalizações, incluindo a reativação de relógios públicos e manutenção das calçadas da Rua Dias da Cruz, promovidas pela Secretaria de Conservação.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) investe em energia sustentável no Nordeste, com R$ 580 milhões em projetos que geram empregos e inclusão social. A Central Geradora Eólica Seridó e o Complexo Solar Monte Verde promovem desenvolvimento econômico e social, descentralizando a produção de energia e beneficiando comunidades locais.

Crianças e adolescentes navegam em um mundo digital sem supervisão, enfrentando riscos como bullying e assédio. Pais, empresas de tecnologia e sociedade devem agir juntos para garantir sua proteção.