Lady Gaga retorna ao Brasil após mais de uma década com o show "Mayhem on the Beach" na Praia de Copacabana, no próximo sábado (3), após o cancelamento em 2017 por problemas de saúde. A apresentação simboliza a superação da cantora frente à fibromialgia, uma condição que afeta a qualidade de vida de muitos, especialmente mulheres.

Após mais de uma década, Lady Gaga retorna ao Brasil com o show "Mayhem on the Beach", que ocorrerá na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no próximo sábado (3). Este evento marca o reencontro da cantora com seus fãs brasileiros desde 2012. A expectativa é alta, especialmente após o cancelamento de sua participação no Rock in Rio 2017, quando a artista enfrentou problemas de saúde relacionados à fibromialgia.
A fibromialgia é uma condição crônica que provoca dor generalizada, fadiga e distúrbios do sono. Estima-se que cerca de 3% da população brasileira, principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, seja afetada por essa doença. O ortopedista e especialista em dor Fernando Jorge, do Hospital Albert Einstein, destaca que a fibromialgia é muitas vezes mal compreendida, tanto pelo público quanto por profissionais de saúde.
Segundo Jorge, a ausência de inflamações ou lesões visíveis torna o diagnóstico desafiador. A condição se manifesta por meio de amplificação da dor e sintomas como fadiga e dificuldades de concentração. O diagnóstico é clínico, baseado no histórico e nos sintomas do paciente, e exames são utilizados apenas para descartar outras doenças.
Além disso, cerca de 50% das pessoas com fibromialgia apresentam sinais de depressão, o que pode intensificar a percepção da dor. Embora não haja cura, a condição pode ser controlada com atividades físicas, medicamentos e terapias integrativas. O especialista enfatiza que um estilo de vida saudável é crucial para o manejo dos sintomas.
O retorno de Lady Gaga aos palcos brasileiros simboliza não apenas sua trajetória musical, mas também sua luta pela saúde e bem-estar. Os fãs aguardam ansiosamente a oportunidade de vê-la ao vivo, celebrando sua resiliência e a superação de desafios pessoais.
Nessa perspectiva, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a conscientização sobre a fibromialgia e ajudem aqueles que enfrentam essa condição. Projetos que busquem sensibilizar e oferecer suporte a essas pessoas merecem nosso apoio e atenção.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar um projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes em até 30 dias, após a repercussão de um vídeo do influenciador Felca. O vídeo, que teve mais de 33 milhões de visualizações, expôs a adultização e exploração de menores nas redes sociais, gerando uma reação humanitária e urgente de Motta. A proposta busca combater a sexualização de crianças e adolescentes e já conta com sugestões de especialistas para contribuir nas discussões.

Com a COP30 se aproximando, escolas de idiomas em Belém, como a Uepa e a Minds English School, oferecem cursos de inglês focados em hospitalidade e segurança, visando atender a demanda do evento. O governo também promove capacitação gratuita.

Oncologistas e especialistas lançam a plataforma Prisma para monitorar o tratamento do câncer de mama no SUS, visando melhorar a jornada do paciente e identificar gargalos no sistema. A ferramenta é acessível e reúne dados essenciais.

No dia 17 de julho, a Folha promove um seminário gratuito em São Paulo sobre as políticas públicas para doenças crônicas, reunindo especialistas e apresentando pesquisa inédita sobre a percepção dos brasileiros. O evento visa discutir as limitações atuais e buscar soluções para o aumento de doenças como diabetes, obesidade e Alzheimer no Brasil.

O Tribunal de Contas do Município de São Paulo suspendeu a concorrência da PPP para reformulação do Terminal Parque Dom Pedro II, exigindo resposta da Prefeitura em cinco dias. Irregularidades no edital foram apontadas, e o projeto, que envolve R$ 717 milhões em obras iniciais e até R$ 2,1 bilhões no total, busca revitalizar uma área deteriorada.

O Paraná conta com 242.942 doadores de sangue, superando a média nacional. O secretário da Saúde, Beto Preto, destaca benefícios como bem-estar emocional e meia-entrada em eventos culturais.