Mais de quinhentos trabalhadores foram resgatados em Porto Alegre do Norte (MT) em condições análogas à escravidão, com indícios de tráfico de pessoas e aliciamento. A operação revelou graves violações trabalhistas.

Ao menos 563 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em Porto Alegre do Norte, no estado de Mato Grosso. A informação foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) nesta quinta-feira, 7 de agosto. A operação, que teve início em 20 de julho, revelou um quadro alarmante de degradação no canteiro de obras de uma usina de etanol, onde os trabalhadores, recrutados de regiões do Norte e Nordeste, enfrentavam condições extremamente precárias.
Os auditores-fiscais encontraram alojamentos em situação crítica, com dormitórios de apenas 12 metros quadrados, onde até quatro pessoas eram acomodadas sem ventilação adequada. Um incêndio, que ocorreu como forma de protesto contra a falta de energia elétrica e água potável, expôs ainda mais as violações trabalhistas. Após o incidente, muitos trabalhadores foram transferidos para locais temporários, mas continuaram a viver em condições degradantes, como dormir em colchões no chão.
A fiscalização constatou que a empresa não emitiu as Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs) para os operários feridos, o que prejudicou o acesso a benefícios previdenciários e acompanhamento médico. Além disso, a investigação revelou um esquema de aliciamento e servidão por dívida, com indícios de tráfico de pessoas. A empresa, ao não conseguir contratar localmente, promoveu um recrutamento massivo, utilizando carros de som e grupos de WhatsApp, prometendo altos ganhos que se mostraram enganosos.
Os trabalhadores relataram ter pago valores a intermediários para conseguir as vagas e arcaram com os custos de viagem e alimentação. Em alguns casos, a empresa cobriu as despesas, mas descontou os valores dos salários, uma prática ilegal. Os operários trabalhavam semanas seguidas, sem folgas, em total descumprimento da legislação trabalhista, e as horas extras prometidas não se concretizavam.
Apesar das graves infrações, a empresa manifestou interesse em firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT. As medidas compensatórias incluem o pagamento de todas as verbas rescisórias, como salários, horas extras e FGTS. Os trabalhadores resgatados terão direito ao Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado (SDTR), que é pago em três parcelas, além de serem encaminhados à rede de Assistência Social para receber apoio e direcionamento.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visem a recuperação e reintegração dessas vítimas são essenciais e podem fazer a diferença na vida de muitos que enfrentaram essa dura realidade. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a dignidade e os direitos humanos.

A primeira etapa do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, foi inaugurada após mais de 30 anos de espera, com presença do governador Ibaneis Rocha e entrega de kits esportivos. O parque, que conta com diversas áreas de lazer e esportes, simboliza a luta da comunidade por melhorias na qualidade de vida. O investimento foi de R$ 8 milhões, e a segunda etapa já foi autorizada.

Brasília celebra 65 anos com ações da Secretaria de Justiça e Cidadania, promovendo inclusão e bem-estar em diversas áreas, como saúde, educação e segurança. A Sejus-DF realiza campanhas sobre drogas, eventos para idosos, combate ao trabalho infantil e violência sexual, além de educação antirracista e segurança para mulheres.

Em 2024, o Distrito Federal registrou 620 casos de estupro de vulneráveis, refletindo um leve declínio, mas ainda alarmante. A luta contra o abuso sexual infantil continua com novas estratégias de prevenção e capacitação de profissionais.

Thiago Soares, dançarino brasileiro, relembra sua relação com o mentor Dino Carrera no filme "Um lobo entre os cisnes", premiado no Cine Ceará. Agora, ele investe em novos talentos em seu estúdio de dança.

TAP cancelou voo após recusar embarque de cão de serviço, Tedy, que auxilia criança autista. A família enfrenta crise de ansiedade e busca justiça em audiência na próxima semana.

Movimento Desconecta, fundado por mães em São Paulo, já conta com mais de 10 mil assinaturas para adiar a entrega de celulares até os 14 anos e redes sociais até os 16, visando proteger crianças dos riscos digitais.