A Maratona do Rio, que acontece de quinta a domingo, reunirá 60 mil corredores e reduzirá em 750 quilos o lixo gerado com a distribuição de 50 mil ecocopos reutilizáveis. A iniciativa da Águas do Rio visa promover eventos mais sustentáveis.

A Maratona do Rio, que acontece de quinta a domingo na orla da Zona Sul do Rio de Janeiro, deve reunir cerca de sessenta mil corredores. Esta edição traz uma novidade significativa: a redução de setecentos e cinquenta quilos de lixo, resultado da iniciativa da Águas do Rio. A organização distribuirá cinquenta mil ecocopos reutilizáveis, substituindo os copos plásticos descartáveis, que são uma preocupação ambiental em eventos desse porte.
Além da distribuição dos ecocopos, a maratona contará com pontos de hidratação ao longo do percurso. Quinze mochileiros da concessionária circularão pela área de convivência, levando galões d'água nas costas para garantir que os participantes se mantenham hidratados. Essa ação visa não apenas a saúde dos corredores, mas também a promoção de práticas sustentáveis durante o evento.
A iniciativa de utilizar ecocopos e oferecer hidratação adequada reflete uma crescente preocupação com a sustentabilidade em eventos esportivos. A expectativa é que a redução de lixo se torne uma prática comum, contribuindo para um ambiente mais limpo e saudável. A maratona, que é um dos eventos mais esperados do calendário carioca, também se compromete a ser um exemplo de responsabilidade ambiental.
Os organizadores esperam que a participação de um grande número de corredores e espectadores inspire outras iniciativas semelhantes em eventos futuros. A ideia é que a maratona não apenas promova a prática esportiva, mas também conscientize a população sobre a importância da preservação ambiental.
Com a implementação dessas medidas, a Maratona do Rio se destaca como um evento que alia esporte e sustentabilidade. A expectativa é que essa edição sirva de modelo para outras corridas e eventos, mostrando que é possível unir a paixão pelo esporte com a responsabilidade ambiental.
Nessa perspectiva, a união da sociedade pode ser fundamental para impulsionar projetos que visem a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. A participação ativa da comunidade pode fazer a diferença em iniciativas que buscam um futuro mais sustentável e consciente.

A borra de café, rica em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, é um excelente aditivo para o solo, beneficiando plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros. Essa prática sustentável melhora o crescimento e a resistência das plantas, tornando-as mais saudáveis e produtivas.

A poluição no Rio Javarizinho, decorrente do descarte de resíduos em Islândia, mobiliza a Defensoria Pública do Amazonas em busca de cooperação federal e parceria com o Peru para solução do problema.

Um vídeo impressionante mostra uma onça-pintada tentando capturar uma sucuri no Pantanal, destacando a interação entre essas espécies. O registro viraliza, chamando a atenção para a fauna local e a importância da preservação.

Um vazamento de 4 mil litros de gasolina ocorreu em um posto de gasolina no Lago Sul, causado por falha na válvula de abastecimento. O Instituto Brasília Ambiental investiga o impacto ambiental e possíveis penalidades.

A criação da Autoridade Climática, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta impasses sobre sua estrutura e não deve ser implementada até a COP30. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destaca a complexidade da proposta e a necessidade de um novo marco regulatório para antecipar tragédias climáticas.

O Museu do Amanhã promove atividades gratuitas até 8 de junho em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, enquanto o Museu Nacional reabre após o incêndio de 2018. A programação inclui performances, oficinas e palestras.