Maria Cândida lança "Menopausa Sem Fronteiras", série documental que explora a menopausa em cinco países da América Latina, visando desmistificar o tema e promover a conscientização. A produção destaca a urgência de políticas públicas e a inclusão de mulheres maduras no mercado de trabalho.

A jornalista e apresentadora Maria Cândida, aos 53 anos, lançou o projeto "Menopausa Sem Fronteiras", uma série documental que explora a menopausa em cinco países da América Latina. O objetivo é entender as diversas perspectivas sobre esse período, abordando aspectos físicos, emocionais e sociais. As filmagens começaram no Brasil, com relatos de mulheres ribeirinhas na floresta amazônica, e já se estenderam ao México, Colômbia, Peru e Chile.
A série busca ampliar o debate sobre a menopausa, um tema frequentemente cercado de tabus e estigmas. Maria Cândida destaca que a menopausa chega de forma inesperada para muitas mulheres, e que faltam campanhas de conscientização e políticas públicas adequadas. Ela alerta que os sintomas muitas vezes são ignorados ou tratados como fragilidade emocional, perpetuando a desinformação e a vergonha.
Durante sua jornada, Maria reuniu dados relevantes, como o fato de que mulheres em regiões de altitude elevada costumam entrar na menopausa mais cedo. Além disso, altas temperaturas agravam sintomas como ondas de calor e distúrbios do sono, enquanto ruídos urbanos elevam os níveis de estresse. A maca peruana, raiz cultivada nos Andes, mostrou-se eficaz no alívio de desconfortos hormonais.
Atualmente, Maria Cândida também se dedica à pós-graduação em Gerontologia no Hospital Albert Einstein, onde aprofunda seus estudos sobre os impactos sociais e econômicos da menopausa, especialmente entre mulheres em situação de vulnerabilidade. A série também aborda a proposta de inclusão da reposição hormonal no Sistema Único de Saúde (SUS), que está em tramitação desde 2019, e os desafios enfrentados por mulheres maduras no mercado de trabalho.
Entre os temas discutidos, destacam-se a necessidade de ambientes corporativos mais inclusivos e políticas de acolhimento, como banheiros climatizados. A perimenopausa, fase de transição que pode começar a partir dos 40 anos, envolve mais de dezesseis sintomas reconhecidos pela medicina, incluindo insônia, fadiga e alterações de humor. Maria enfatiza que essa etapa da vida pode ser desafiadora, mas também uma oportunidade de reinvenção, desde que as mulheres estejam bem informadas.
Com previsão de expansão até 2027, o projeto "Menopausa Sem Fronteiras" deve alcançar outros continentes e ouvir mais de trezentas mulheres ao redor do mundo. A proposta é registrar de forma sensível e realista uma fase natural da vida feminina, que ainda carece de visibilidade e respeito. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar das mulheres durante essa transição.

O gasto social com crianças e adolescentes no Brasil aumentou de 3,36% em 2019 para 4,91% em 2024, com pico de 5,31% em 2023, segundo estudo do Ipea e Unicef. A maior parte dos recursos foi destinada a transferências de renda.

Concursos de beleza em Juiz de Fora (MG) e no Distrito Federal destacam a importância dos garis, promovendo reconhecimento e valorização dessa categoria. Os eventos celebraram a diversidade e o trabalho desses profissionais.

Uma menina foi alvo de racismo na escola, resultando em ataque de pânico. A Polícia Civil investiga o caso, enquanto a Secretaria de Educação transfere os agressores e oferece apoio psicossocial.

Começou em Paris a Expo Favela Innovation 2025, promovida pela Central Única das Favelas (Cufa), reunindo empreendedores e investidores para discutir inovações sociais e culturais. O evento destaca a resiliência e criatividade das comunidades, com estandes de empreendedores e uma programação diversificada.

O Dia Nacional do Ciclista, celebrado em 19 de agosto, foi marcado por um evento no Conjunto Nacional, com uma "bicicleata" e café da manhã, promovendo a mobilidade sustentável e a segurança no trânsito. A ação, que homenageia Pedro Davison, contou com a presença da família do ciclista e reforçou a necessidade de respeito aos direitos dos ciclistas, destacando a importância de mais infraestrutura para bicicletas em Brasília.

Banco Laguna implementa o sururote, moeda social que transforma resíduos da casca do sururu em renda, beneficiando 90 famílias em Vergel do Lago, Maceió, e promovendo a economia local. Joseane dos Santos, marisqueira, destaca a mudança significativa na comunidade, onde a venda da casca do sururu gerou novas oportunidades e uma renda mensal que pode chegar a R$ 3 mil.