Mauro Silva, tetracampeão mundial e vice-presidente da Federação Paulista de Futebol, defende a educação financeira para atletas e sugere que ex-jogadores se engajem na política para promover mudanças sociais.

Mauro Silva, tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira, é vice-presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) desde 2015. Em recente entrevista ao programa Game Changers, ele abordou a carência de educação financeira entre atletas, enfatizando a importância de uma boa assessoria para evitar problemas financeiros após a aposentadoria. Silva afirmou que, apesar de os jogadores ganharem mais, muitos acabam gastando excessivamente, o que pode levar a dificuldades financeiras no futuro.
O ex-jogador destacou que a falta de educação financeira não se limita ao futebol, mas também afeta outros esportes, como o basquete. Ele citou a NBA, onde muitos atletas que ganham altos salários enfrentam problemas financeiros devido a investimentos em bens que geram despesas, como imóveis e veículos luxuosos. "O jogador tende a investir em muito passivo, que consome seu patrimônio ao longo do tempo", explicou.
Comparando o estilo de vida dos jogadores brasileiros com os europeus, Mauro Silva observou que os atletas na Europa costumam ter um padrão de vida mais modesto. Ele mencionou exemplos de jogadores como Xavi e Iniesta, que levam uma vida mais simples, contrastando com a ostentação comum entre os jogadores brasileiros, que muitas vezes são tratados como estrelas de Hollywood.
Desde que se tornou dirigente, Mauro Silva tem incentivado ex-jogadores a se envolverem na política, acreditando que isso pode resultar em mudanças sociais significativas. Ele compartilhou que já conversou com amigos, como Cafu, Raí e Dunga, sobre a importância de sua participação política. "Se queremos um país melhor, precisamos nos envolver", afirmou, ressaltando que a política não deve ter espaços vazios.
O programa Game Changers, onde a entrevista foi realizada, é uma plataforma que destaca personalidades do esporte que impactaram suas áreas. A iniciativa busca inspirar mudanças e promover discussões relevantes sobre o papel dos atletas na sociedade. A participação de ex-atletas na política pode trazer novas perspectivas e soluções para problemas sociais.
Iniciativas como a de Mauro Silva são fundamentais para promover a educação financeira e o engajamento político entre os atletas. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitos, contribuindo para um futuro mais sustentável e consciente. A sociedade civil tem um papel crucial em apoiar essas causas, ajudando a transformar a realidade de muitos atletas e suas comunidades.

Curitiba inaugura a maior biofábrica de mosquitos do mundo, a Wolbito do Brasil, que produzirá Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia para combater dengue, zika e chikungunya, com potencial de reduzir surtos.
O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, entrega neste sábado 11 obras de reconstrução em Imigrante (RS), com R$ 9,5 milhões investidos em infraestrutura pós-enchentes. A ação visa restaurar a mobilidade e a infraestrutura local, com a presença de autoridades e prefeitos da região.

Ana Flávia Cabral, CEO da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, planeja usar inteligência artificial para criar concertos com vozes de cantores falecidos, promovendo inovação e diversidade na música clássica. A OSB, que completa 85 anos em 2025, busca romper com a imagem tradicional da orquestra, destacando a presença feminina em sua gestão e repertório.

A primeira-dama Janja da Silva visitará Minas Gerais nesta quarta-feira, acompanhada de ministras, para dialogar com artesãs sobre o impacto do artesanato na vida das mulheres locais. O evento em Turmalina inclui uma roda de conversa com 150 mulheres e uma visita à Igreja de Nossa Senhora da Piedade.

A deputada Jandira Feghali lança o livro "Cultura É Poder" e se torna relatora de projeto que regulamenta serviços de streaming no Brasil, enfrentando desafios no diálogo com o Ministério da Cultura.

Durante o RH Summit 2025, Carolina Ignarra, CEO da Talento Incluir, enfatizou que a inclusão de pessoas com deficiência vai além da contratação, exigindo dignidade e oportunidades reais de crescimento. A consultoria já ajudou mais de 9 mil profissionais, mas a desigualdade persiste.