O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa "Na Ponta do Lápis", que visa promover educação financeira e fiscal para alunos do ensino fundamental e médio, especialmente os do programa Pé-de-Meia. A iniciativa inclui capacitação contínua para educadores e busca fortalecer a autonomia e cidadania crítica dos estudantes.

O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa de educação financeira "Na Ponta do Lápis" em 9 de julho de 2025. O objetivo é promover a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária para estudantes do ensino fundamental e médio de escolas públicas, com foco especial nos beneficiários do programa Pé-de-Meia. Este programa oferece bolsas a alunos do ensino médio que estão inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
O MEC destaca que o "Na Ponta do Lápis" visa apoiar a implementação dos temas transversais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na área de economia. A adesão das redes municipais e estaduais ao programa será voluntária, e o MEC se compromete a criar um comitê para fornecer orientações e recomendações que aprimorem os planos de ação desenvolvidos por estados e municípios.
De acordo com o MEC, o programa é uma estratégia para promover a autonomia e a cidadania crítica, contribuindo para o fortalecimento da democracia e da inclusão social e econômica. Além disso, a portaria prevê a qualificação contínua dos educadores que participarão da implementação do programa.
O MEC também planeja desenvolver novas estratégias para integrar esses conhecimentos em modalidades de educação especial, bilíngue para surdos, do campo, além de escolas indígenas e quilombolas. Uma nova normativa será elaborada para garantir a inclusão dessas modalidades no programa.
Com a implementação do "Na Ponta do Lápis", espera-se que os alunos adquiram habilidades essenciais para a gestão financeira e a compreensão de questões fiscais e previdenciárias. Essa iniciativa é um passo importante para preparar os jovens para os desafios econômicos do futuro.
Nossa união pode ser fundamental para apoiar projetos que visem a educação financeira e a inclusão social. Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, garantindo que todos os estudantes tenham acesso a uma formação que os capacite a serem cidadãos críticos e autônomos.

Catarina, uma menina brasileira, é reconhecida como a leitora bilíngue mais jovem do país, fluente em inglês e com QI elevado. Especialistas alertam sobre a falta de avaliações para identificar superdotação.

A Fundação Bradesco e a Microsoft lançaram novos cursos gratuitos online em inteligência artificial, visando inclusão digital e qualificação profissional. Com quase 4,5 milhões de matrículas desde 2021, a iniciativa busca suprir a demanda por profissionais na área de tecnologia.

O GLOBO lançou um guia que permite aos pais filtrar escolas no Rio e São Paulo com mensalidades entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, detalhando infraestrutura e perfil educacional. A plataforma oferece personalização na busca, incluindo informações sobre preparação para o Enem e atividades extracurriculares. As escolas foram selecionadas com base em dados do Censo Escolar e podem se inscrever para inclusão no guia.

O INSS e o Ministério da Previdência Social aumentaram o prazo de concessão do auxílio-doença via Atestmed para até 60 dias, após críticas à redução anterior. A medida é válida por 120 dias e visa aliviar a fila de quase 4 milhões de segurados.

Estudantes universitários de Niterói poderão receber auxílio de R$ 700 mensais para aluguel, visando combater a evasão escolar e garantir moradia. O programa atenderá mil alunos de baixa renda.

A ABNT e o SENAI firmaram um acordo para oferecer cursos técnicos no portal Futuro.Digital, visando atender à indústria 4.0 e ampliar o acesso à educação técnica no Brasil. A parceria promete fortalecer a capacitação e a inovação no setor produtivo.