Mel Maia concluiu as filmagens de "Apenas 3 Meninas", um longa que aborda a pobreza menstrual e a luta por direitos básicos. A atriz interpreta Amora, uma jovem que enfrenta desafios familiares e sociais.

Mel Maia concluiu as filmagens de "Apenas 3 Meninas", um longa-metragem dirigido por Susanna Lira, que aborda a pobreza menstrual. A produção, inspirada em fatos reais, é realizada pela Panorâmica Filmes e conta com a supervisão artística de Mara Lobão e Rodrigo Montenegro. O filme narra a história de três adolescentes do Rio de Janeiro que lutam pela aprovação de uma lei que garante a distribuição gratuita de absorventes.
A atriz interpreta Amora, uma jovem que enfrenta desafios familiares e sociais, assumindo responsabilidades em um lar com ausência materna e um ambiente predominantemente masculino. Mel destaca a importância do filme, afirmando que "a pobreza menstrual ainda é um tabu, e acredito que esse filme pode se tornar uma grande referência para muitas meninas".
O roteiro é assinado por Keka Reis, com consultoria de Julia Lordello. Além de Mel, o elenco conta com Letícia Braga e Lívia Silva, que também interpretam personagens que refletem a força feminina em situações de vulnerabilidade. A narrativa busca provocar empatia e diálogo sobre desigualdade social e direitos básicos.
Mel Maia descreve a construção de sua personagem como um processo intenso e transformador, ressaltando que Amora é uma figura forte e emocionalmente carregada. O longa-metragem visa não apenas entreter, mas também gerar reflexão sobre questões sociais relevantes.
Com a crescente discussão sobre a pobreza menstrual, "Apenas 3 Meninas" se destaca como uma obra que pode inspirar mudanças significativas. A luta das protagonistas representa a busca por dignidade e direitos básicos, temas que precisam ser amplamente debatidos na sociedade.
Iniciativas como essa merecem apoio e atenção da sociedade civil. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitas meninas que enfrentam a pobreza menstrual. É fundamental que a comunidade se mobilize para garantir que todos tenham acesso a direitos básicos e dignidade.

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP lançou o projeto Livros da Floresta, com 131 obras de autoria indígena, promovendo a diversidade e o acesso à literatura indígena. O projeto visa preservar a produção documental indígena e facilitar o acesso a pesquisadores, destacando a importância da literatura indígena no Brasil.

Moradores de Brasília celebram o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, destacando a importância de locais como o Museu Nacional e o Catetinho, enquanto o Iphan investe em restaurações significativas.

Carlos Vereza foi afastado da mesa principal do Lar de Frei Luiz após criticar a falta de diálogo e a ausência de eleições. Ele doou ar-condicionados para a creche e expressou sua preocupação com as crianças.

Marcella Eni Garcia Corrêa, empresária de 29 anos, superou a leucemia após transfusões de sangue e agora conscientiza sobre a importância da doação. Sua história destaca como um gesto anônimo pode salvar vidas.

A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.

Tati Machado compartilha sua experiência de luto perinatal após a perda do filho Rael e destaca a importância da Lei nº 15.139/2025, que garante apoio psicológico a famílias enlutadas. A legislação, sancionada em maio, institui a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, promovendo um atendimento mais acolhedor e humano nas maternidades.