Marcella Eni Garcia Corrêa, empresária de 29 anos, superou a leucemia após transfusões de sangue e agora conscientiza sobre a importância da doação. Sua história destaca como um gesto anônimo pode salvar vidas.

Em junho de 2023, Marcella Eni Garcia Corrêa, uma empresária de 29 anos, recebeu o diagnóstico de leucemia, o que alterou drasticamente sua rotina. O tratamento intensivo, que incluiu quimioterapia, levou a uma queda acentuada nos níveis de hemoglobina, tornando as transfusões de sangue uma necessidade urgente. "Meus níveis de hemoglobina despencaram, e a transfusão de sangue se tornou algo urgente e não era uma opção, era uma necessidade mesmo", relata Marcella, que é proprietária de uma agência de marketing digital.
A leucemia é um câncer que afeta a medula óssea, resultando na produção descontrolada de glóbulos brancos anormais. Essa condição pode levar a complicações como anemia e baixa contagem de plaquetas, tornando as transfusões vitais para a sobrevivência. Marcella recebeu duas bolsas de sangue, o que estabilizou seu quadro e permitiu que ela continuasse seu tratamento. "No início, foi assustador. […] Foi um choque entender que meu corpo já não estava mais dando conta sozinho", compartilha.
Atualmente, Marcella está em remissão e se considera curada, embora continue em acompanhamento médico. A experiência a fez valorizar ainda mais a doação de sangue, que ela descreve como um ato de solidariedade essencial. "Hoje, eu sei que é vital. A doação de sangue não é só um ato de solidariedade, é a diferença entre viver e não viver para muitas pessoas", afirma.
Mesmo sem poder doar sangue no momento, Marcella se dedica a compartilhar sua história e incentivar outros a se tornarem doadores. "Já consegui incentivar amigos e familiares a se tornarem doadores. Quando mostramos o lado humano por trás da bolsa de sangue, as pessoas entendem o real valor do que estão fazendo", explica.
Durante o mês de junho, que é dedicado à conscientização sobre a doação de sangue, a história de Marcella serve como um lembrete poderoso da importância desse gesto. Para doar, é necessário ter entre dezesseis e sessenta e nove anos, pesar mais de cinquenta quilos e estar em boas condições de saúde. Uma única doação pode salvar até quatro vidas, e a mobilização da sociedade é crucial para aumentar o número de doadores.
O relato de Marcella destaca como a união e a solidariedade podem impactar vidas. Em situações como a dela, a ajuda da comunidade pode fazer toda a diferença. A conscientização sobre a doação de sangue é fundamental e, com o apoio de todos, é possível transformar essa realidade e salvar vidas.

Durante a 12ª Semana Nacional de Educação Financeira, o Sicredi lançou um curso gamificado para adolescentes e impactou 6.500 jovens com 168 ações educativas. A iniciativa visa promover hábitos financeiros saudáveis.

Na mesa "O lugar da floresta" da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty, a curadora Ana Lima Cecilio homenageou ambientalistas assassinados e discutiu a legislação ambiental com a ministra Marina Silva. O evento destacou a importância do licenciamento ambiental e a necessidade de um novo diálogo político, enquanto Marina enfatizou a urgência de ações para combater o desmatamento e a mudança climática.

Professora da USP, Nadya Araújo Guimarães, destaca a urgência de políticas que protejam cuidadores no Brasil, especialmente mulheres negras, em colóquio sobre a "crise do cuidado".

O tombamento do Teatro Dulcina de Moraes foi revalidado, assegurando sua proteção e a preservação de seus acervos. A obra "Ideário de Dulcina de Moraes" foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial.

O espetáculo "Gingers – uma obra de arte do tempo" retorna ao Teatro Municipal Gonzaguinha, de 31 de julho a 2 de agosto, celebrando a arte de envelhecer com dança e memórias. O grupo, formado por sapateadoras de 53 a 90 anos, ganhou destaque no programa "Domingão com o Huck" e utiliza o prêmio para financiar a nova montagem. Ingressos disponíveis no perfil do grupo.

As águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) já chegaram ao norte da Paraíba, com medições no Rio Piranhas e abastecimento programado para o Rio Grande do Norte em agosto. O ministro Waldez Góes destaca a importância da obra para a segurança hídrica da região.