Mestre Sombra celebra 50 anos à frente da Associação de Capoeira Senzala em Santos, com eventos programados de 27 de julho a 3 de agosto, destacando sua contribuição à cultura afro-brasileira. A celebração reunirá mestres de todo o Brasil, homenageando seu legado e fortalecendo a comunidade negra local.

Recentemente, a autora visitou Mestre Sombra, um ícone da capoeira em Santos, que celebra cinquenta anos à frente da Associação de Capoeira Senzala. Os eventos em homenagem a essa data especial ocorrerão entre 27 de julho e 3 de agosto. A associação é um espaço vital para a promoção da cultura afro-brasileira e da educação, realizando rodas de capoeira três vezes por semana no centro da cidade.
Durante a visita, a autora expressou sua gratidão por reencontrar Mestre Sombra, que aos oitenta e quatro anos continua ativo, tocando berimbau e cantando as tradições da capoeira. O encontro trouxe à tona memórias da infância, quando o mestre era uma presença constante na casa da autora, compartilhando momentos com seus pais, Joaquim e Erani, que também eram envolvidos em ações pela comunidade negra.
Mestre Sombra e Joaquim, pai da autora, trabalharam juntos na estiva, onde Sombra se destacou como um líder comunitário. Ele foi mestre de capoeira de muitos, incluindo os irmãos da autora, e é reconhecido nacional e internacionalmente por sua contribuição à capoeira. A associação, que já foi um espaço de acolhimento para o movimento negro, continua a ser um ponto de referência cultural em Santos.
O reencontro entre a autora e Mestre Sombra foi carregado de emoção, especialmente após mais de uma década sem se ver. A autora descreveu a alegria de vê-lo saudável e entusiasmado com a capoeira. O mestre, por sua vez, refletiu sobre a amizade com Joaquim, lembrando-se de momentos difíceis que enfrentaram juntos, especialmente durante a doença de Joaquim.
Com a celebração dos cinquenta anos da Senzala, a comunidade se mobiliza para uma série de eventos que incluem rodas de capoeira e reflexões sobre o legado de Mestre Sombra. Mestres de capoeira de todo o Brasil estão convidados para participar das festividades, que prometem ser um marco na história da cultura afro-brasileira em Santos.
Esses eventos não apenas celebram a vida de um grande mestre, mas também ressaltam a importância da cultura e da comunidade. A união em torno de iniciativas como essa pode fortalecer projetos que promovem a cultura e a educação, beneficiando a sociedade como um todo e garantindo que legados como o de Mestre Sombra continuem a inspirar futuras gerações.

Estudo revela que uma em cada 23 adolescentes brasileiras de 15 a 19 anos dá à luz anualmente, com taxas alarmantes no Norte, onde 76% dos municípios têm indicadores de fecundidade de países de baixa renda.

A campanha Agosto Lilás, liderada pela secretária da mulher, Giselle Ferreira, implementará 100 ações no DF para combater a violência contra as mulheres, incluindo melhorias no aplicativo Viva Flor e a criação de um Centro de Referência.

Cresce o microtrabalho no Brasil, com mulheres representando 63% dos trabalhadores. Flávia e Juliana enfrentam jornadas exaustivas e precariedade, sem regulamentação, perpetuando desigualdades.

O Prêmio Faz Diferença, do GLOBO, reconhece anualmente pessoas e instituições que impactam positivamente o Brasil. Em 2023, Míriam Leitão e Ancelmo Gois foram surpreendidos com um prêmio hors-concours.

A OM30, com 19 anos de experiência no setor público, lançou uma IA que automatiza o preenchimento de prontuários médicos no SUS, prometendo reduzir em até 40% o tempo de consulta. A ferramenta, integrada ao sistema Saúde Simples, visa melhorar a eficiência clínica e facilitar a adaptação ao novo modelo de negócios. A empresa não cobrará a mais por essa funcionalidade, mas enfrenta desafios como resistência de alguns médicos e infraestrutura precária nas unidades de saúde. A OM30 planeja expandir a IA para análises preditivas, visando um crescimento de 50% na área da saúde até 2025.

No Hospital de Apoio de Brasília, o voluntariado é essencial para proporcionar dignidade e conforto a pacientes em cuidados paliativos, promovendo momentos significativos até a despedida. A coordenadora Socorro Martins Lima destaca que o apoio emocional e as atividades realizadas são fundamentais para pacientes e familiares, desmistificando a ideia de que cuidados paliativos significam "deixar morrer".