O Banco do Nordeste, sob a liderança de Paulo Câmara, investirá R$ 21,9 bilhões na agricultura em 2025, com foco em micro e pequenos agricultores e inovações tecnológicas. O programa Agroamigo receberá R$ 9 bilhões, incluindo iniciativas em energia solar e inteligência artificial.

A agricultura é um setor estratégico para o Banco do Nordeste, presidido por Paulo Câmara, que tem se dedicado a apoiar micro e pequenos agricultores. Para o ano de 2025, a instituição planeja investir R$ 21,9 bilhões no setor agrícola, com R$ 9 bilhões destinados ao programa Agroamigo. Este programa, que já gerou R$ 9 bilhões em Valor Bruto da Produção (VBP) em 2024, visa fortalecer a agricultura familiar em um cenário de crédito escasso.
O Agroamigo, que completará 20 anos em 2025, é a principal iniciativa do banco voltada para o agro. Câmara destacou que a tecnologia será fundamental para o desenvolvimento do setor no Nordeste. O programa está em expansão e contará com 80 novos pontos de atendimento e unidades móveis, facilitando o acesso a informações e acompanhamento para os agricultores.
Além do aumento na capilaridade do programa, o Banco do Nordeste investirá em melhorias na conectividade no campo e na instalação de sistemas de energia solar nas propriedades rurais. Essas ações visam reduzir custos e permitir que os agricultores tenham acesso a informações essenciais para o sucesso de suas atividades. A energia solar, por exemplo, pode gerar economia e até permitir a venda de energia excedente.
O banco também está desenvolvendo um projeto de inteligência artificial, que será apresentado no próximo Plano Safra 2026/27. Essa ferramenta funcionará como um assistente virtual, oferecendo aos agricultores informações sobre técnicas de cultivo e orientações sobre crédito, facilitando a tomada de decisões e a melhoria das práticas agrícolas.
Com a destinação de R$ 300 milhões para a construção de banheiros e quintais produtivos, o Agroamigo busca não apenas aumentar a produção, mas também melhorar a qualidade de vida dos agricultores. Essas iniciativas são essenciais para garantir a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor agrícola na região.
Em tempos de desafios, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a agricultura familiar e a inovação tecnológica são fundamentais para o fortalecimento do setor e podem ser impulsionados por iniciativas coletivas, promovendo um futuro mais próspero para os agricultores nordestinos.

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