O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) liberou R$ 3.162.675,00 para cidades do Amazonas e Pará, visando ações de resposta a desastres. Os recursos foram destinados a Beruri (R$ 991.425,00) e Belém (R$ 2.171.250,00). Municípios em situação de emergência podem solicitar apoio financeiro ao MIDR, que avalia as propostas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Além disso, a Defesa Civil Nacional oferece cursos para capacitar agentes de defesa civil.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, anunciou, nesta segunda-feira (18), a liberação de R$ 3.162.675,00 para ações de resposta em municípios afetados por desastres nos estados do Amazonas e do Pará. Os recursos serão destinados a Beruri, que receberá R$ 991.425,00, e a Belém, que contará com R$ 2.171.250,00. As portarias com os repasses foram publicadas no Diário Oficial da União.
Os valores destinados a cada município são definidos com base em critérios técnicos da Defesa Civil Nacional. Esses critérios consideram o valor solicitado no plano de trabalho, a magnitude do desastre e o número de desabrigados e desalojados, entre outros fatores. Essa abordagem visa garantir que os recursos sejam alocados de forma eficaz e atendam às necessidades mais urgentes das comunidades afetadas.
Os municípios que obtiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser feitas através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após a análise dos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional aprova as metas e valores propostos, formalizando os repasses por meio de portaria no Diário Oficial.
A Defesa Civil Nacional também se preocupa com a capacitação de agentes de defesa civil. Para isso, oferece uma série de cursos a distância, visando qualificar profissionais das esferas municipal e estadual no uso do S2iD. O objetivo é preparar esses agentes para responder de maneira eficiente às situações de emergência, garantindo uma atuação mais eficaz nas comunidades afetadas.
Com a liberação desses recursos, espera-se que as cidades de Beruri e Belém consigam implementar ações que minimizem os impactos dos desastres enfrentados. A agilidade na resposta é crucial para a recuperação das áreas afetadas e para o restabelecimento da normalidade na vida dos cidadãos.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a se reerguerem e a reconstruírem suas vidas. Projetos que visem apoiar as vítimas e promover a solidariedade são essenciais para a recuperação das comunidades afetadas.

Em 2025, o Programa Água Doce (PAD) superou a meta de 100 sistemas de dessalinização, beneficiando milhares de famílias no semiárido brasileiro com água potável. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, já implantou 110 unidades, promovendo saúde e dignidade nas comunidades afetadas pela seca.

Idosos de casas de repouso em Bruxelas dançam em uma boate, promovendo interação intergeracional e combatendo a solidão. A Papy Booom organiza eventos inovadores, desafiando estereótipos sobre a velhice.

A Invest Tech e o The Collab firmaram uma parceria para captar até R$ 150 milhões, visando impulsionar empresas de saúde por meio do Health Transformation Program, que oferece suporte financeiro e estratégico.

O Senado aprovou a prorrogação da lei de cotas para negros em concursos públicos, elevando o percentual de 20% para 30% e incluindo indígenas e quilombolas. O projeto aguarda sanção presidencial.

O Largo da Batata, em São Paulo, pode passar por nova reforma devido à sua condição insatisfatória, evidenciando a ineficiência da gestão pública e a falta de diálogo entre órgãos. A revitalização é necessária para melhorar a convivência e a circulação no espaço.

Keila-Sankofa lança a instalação "Confluências dos Olhos D’Água" na exposição "Águas Abertas" em São Paulo, unindo performance e curta-metragem com o povo Pankararu. A obra destaca a força das águas e a memória ancestral.