Fernando Fernandes, ex-BBB e atleta paralímpico, andou novamente após 14 anos com o auxílio de um equipamento. Ele compartilhou a emoção em vídeo no Instagram, reacendendo esperanças e sonhos.

Pela primeira vez em quatorze anos, Fernando Fernandes, apresentador e ex-participante do Big Brother Brasil, andou com a ajuda de um equipamento corporal. O momento emocionante foi compartilhado em um vídeo em seu perfil no Instagram, onde ele expressou a alegria de ver suas pernas em movimento novamente. O vídeo foi postado nesta terça-feira, 20 de maio de 2025.
Fernando, que perdeu o movimento das pernas após um acidente de carro em 2009, se reinventou como atleta paralímpico, conquistando títulos na paracanoagem. Ele se tornou tetracampeão mundial e atualmente apresenta o programa "Esporte Espetacular", além de ter sido apresentador do "No Limite".
Em sua postagem, Fernando afirmou: "Depois de quatorze anos sem ver, nem imaginar minhas pernas em movimento, pude reacender uma chama que em mim havia se apagado." Ele ressaltou que andar não fazia parte de seus planos há muito tempo, mas que a experiência trouxe uma nova perspectiva à sua vida.
O retorno ao movimento é um marco significativo na trajetória de Fernando, que se adaptou a uma nova realidade após o acidente. Ele encontrou um novo propósito no esporte, que lhe proporcionou conquistas e uma nova forma de viver.
Este momento de superação não apenas inspira admiradores, mas também destaca a importância de apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a reabilitação de pessoas com deficiência. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam desafios semelhantes.
Vítimas de acidentes como o de Fernando podem precisar de apoio na recuperação e reintegração à sociedade. Projetos que visam ajudar essas pessoas a retomar suas vidas e a encontrar novas oportunidades devem ser estimulados pela comunidade. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de quem mais precisa.

A FIVB implementará a partir de 2026 a exigência de que todas as seleções femininas tenham pelo menos uma treinadora, visando aumentar a representação feminina no vôlei. Essa mudança é parte de um esforço para combater a desigualdade de gênero no esporte, onde apenas 9% das treinadoras participaram do Campeonato Mundial Feminino de 2022. Iniciativas como o programa MIRA e a cota de 30% de mulheres nas comissões técnicas são fundamentais para promover a equidade.

O documentário "Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá", dirigido por Sueli Maxakali e outros, narra a busca de Sueli por seu pai, Luiz Kaiowá, e revela as memórias de violências sofridas pelos povos indígenas. A obra destaca a reconexão familiar e a luta contínua dos guarani-kaiowá e Maxakali, transformando a câmera em um espaço de pertencimento e resistência cultural.

A taxa de desemprego juvenil no Brasil caiu para 14,3%, reduzindo o número de jovens sem emprego para 2,4 milhões, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa queda reflete avanços na empregabilidade e no número de estagiários.

Cuidadores de pessoas com demência no Brasil são, em sua maioria, mulheres, enfrentando exaustão emocional e falta de apoio. Apenas 183 centros-dia atendem essa demanda crescente. É urgente a ação do governo.

Profissionais da comunicação se encontram em Paraisópolis para a terceira edição do Favela Cria, abordando inovação e mídia comunitária. O evento inclui workshops e apresentação musical de Crioleza, promovendo impacto social.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes inauguraram o primeiro Centro TEA, com investimento de R$ 6,6 milhões, para atender pessoas com Transtorno do Espectro Autista e apoiar suas famílias.