O Ministério da Saúde inicia o envio de mensagens via WhatsApp para alertar 270 mil pacientes com hipertensão sobre a continuidade do tratamento. A ação visa reforçar a adesão a medicamentos essenciais.

O Ministério da Saúde (MS) anunciou que, a partir desta semana, iniciará o envio de mensagens via WhatsApp, caixa postal e aplicativo Gov.br para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O foco inicial será em pessoas com hipertensão que retiraram apenas três vezes medicamentos ao longo dos últimos doze meses no programa Farmácia Popular. O objetivo é alertar sobre a importância da continuidade do tratamento com medicamentos de uso contínuo.
O MS planeja enviar cerca de 270 mil mensagens como parte de um teste que abrangerá um total de 3,5 milhões de pessoas nessa situação. A ação visa garantir que os cidadãos estejam cientes da necessidade de não interromper seus tratamentos, especialmente aqueles que lidam com condições crônicas como a hipertensão.
Para garantir a autenticidade das mensagens recebidas, o MS orienta que os usuários verifiquem o selo de verificação azul, que indica que a conta foi autenticada pela Meta. Além disso, os cidadãos podem consultar informações na caixa de entrada do aplicativo Gov.br e no site do Ministério da Saúde.
Ao receber a notificação, os pacientes terão a opção de confirmar se desejam continuar recebendo mensagens relacionadas ao MS. O ministério também programou lembretes sobre a retirada de medicamentos para diabetes, vacinação e agendamento de consultas médicas com especialistas.
Essa iniciativa é parte de um esforço contínuo do governo para melhorar a adesão ao tratamento de doenças crônicas, que afetam uma grande parte da população brasileira. A comunicação direta com os pacientes pode ser uma ferramenta eficaz para promover a saúde e prevenir complicações associadas à interrupção de tratamentos.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que dependem de tratamentos contínuos. Projetos que visam apoiar a saúde pública e a adesão a tratamentos devem ser incentivados, pois podem impactar positivamente a vida de milhares de brasileiros.

Levantamento do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) revela aumento de quase 90% no acesso de pessoas em situação de rua aos serviços de saúde, com melhorias significativas no atendimento. A pesquisa, divulgada pelo Governo do DF, mostra que o uso de unidades básicas de saúde subiu de 36,7% para 51,7%, e o atendimento em hospitais aumentou de 20,7% para 36,9%. Ações como o Consultório na Rua têm sido essenciais para esses avanços.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL 6.749/2016, que classifica homicídios e lesões contra profissionais de saúde e educação como crimes hediondos, aumentando penas e buscando proteção a esses trabalhadores. O projeto, que agora segue para o Senado, visa garantir a segurança e a dignidade desses profissionais, diante do aumento da violência no ambiente de trabalho.

Em 2024, o Gasto Social com Crianças e Adolescentes caiu após cortes orçamentários, apesar do aumento anterior. Ipea e Unicef alertam para a urgência de priorizar investimentos sociais em tempos de ajuste fiscal.

Cerca de 9% do Parque do Bixiga será destinado a canteiro de obras da Linha 19-Celeste do Metrô por três anos, com promessa de devolução após a conclusão. A área foi adquirida por R$ 65 milhões em 2024.

O Governo de São Paulo liberou R$ 184 milhões em créditos para empresas femininas, visando reduzir a dependência financeira e a violência contra mulheres. A iniciativa oferece condições facilitadas e apoio a empreendedoras.

O "after party" do Prêmio Sim à Igualdade Racial será transmitido hoje no YouTube do Instituto Identidades do Brasil e no "Fantástico". O evento celebra a diversidade e homenageia personalidades que promovem a igualdade racial.