O Ministério da Saúde lançou cursos autoinstrucionais sobre Análise Espacial e Inteligência Artificial, com inscrições até setembro de 2025, visando aprimorar a vigilância em saúde no Brasil. Os cursos, em parceria com a OPAS e a USP, têm como objetivo capacitar profissionais para utilizar ferramentas estratégicas na saúde pública.

O Ministério da Saúde do Brasil lançou recentemente cursos autoinstrucionais focados em Análise Espacial e Inteligência Artificial, com inscrições abertas até setembro de 2025. Essas iniciativas visam aprimorar a vigilância em saúde no país, capacitando profissionais para utilizar ferramentas modernas na análise de dados relacionados à saúde pública.
O curso “Análise Espacial Aplicada à Vigilância em Saúde e Ambiente” é uma parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com carga total de 40 horas, o curso é dividido em quatro módulos que abordam temas como geografia da saúde, sistemas de informação geográfica e métodos de análise espacial. As inscrições podem ser feitas na Plataforma Campus Virtual de Saúde Pública da OPAS/OMS até 8 de setembro de 2025.
A Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, destacou que essa ação reforça o compromisso do ministério com a formação contínua dos profissionais da área. O objetivo é ampliar o acesso ao conhecimento e apoiar o trabalho de quem atua na vigilância em saúde no Brasil.
Além disso, o Ministério da Saúde também está promovendo o “Curso de Introdução à Inteligência Artificial para Predições em Vigilância em Saúde e Ambiente”, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Este curso, que possui carga horária de 80 horas, é a primeira iniciativa do Programa de Fortalecimento da Epidemiologia nos Serviços de Saúde (PROFEPI) a incluir participantes de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal.
O professor-coordenador Alexandre Chiavegatto Filho, especialista em machine learning aplicado à saúde, lidera a formação. A primeira turma conta com setenta e cinco cursistas, e a expectativa é que o curso se torne autoinstrucional até o final de 2025, permitindo que mais profissionais tenham acesso ao conteúdo.
Essas iniciativas são fundamentais para o fortalecimento da vigilância em saúde no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um grande apoio para a continuidade e expansão de projetos que visam capacitar profissionais e melhorar a saúde pública. A mobilização em torno dessas causas é essencial para garantir um futuro mais saudável para todos.

O relator do Sistema Nacional de Educação, Rafael Brito, propõe retirar detalhes do Custo Aluno-Qualidade do texto, permitindo que um novo colegiado defina sua execução e cálculo, visando agilidade na tramitação.

Endividamento no Distrito Federal atinge 66,7% das famílias, com inadimplência em 49,5%. Especialistas alertam para a urgência de educação financeira e mudança de hábitos.
Cursos de enfermagem e medicina da Escs conquistam nota máxima no Enade 2023, destacando a excelência da educação pública em saúde. A diretora Viviane Peterle ressalta que esse resultado reflete um projeto pedagógico robusto e a integração com o SUS.

A Secretaria da Mulher (SMDF) capacitou cem diretores de escolas em Samambaia sobre prevenção da violência de gênero. O evento reforçou o papel das escolas no acolhimento de vítimas.

Universidade do Distrito Federal anuncia lanchonete com lanches saudáveis no Campus Norte. Após um ano de tramitação, contrato foi assinado e serviços começam em 20 dias úteis.

Em 2024, o Fies lançou uma modalidade social que financia 100% da educação para estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo, incluindo vagas para PCDs e grupos étnicos. As inscrições para o segundo semestre de 2025 vão até 18 de julho.