O Ministério da Saúde iniciou uma inspeção em farmácias do Programa Farmácia Popular, garantindo a gratuidade de medicamentos desde fevereiro de 2025. A ação visa prevenir irregularidades e já resultou na suspensão de 2.314 farmácias.

O Ministério da Saúde deu início, no dia 1º de julho, a uma ação nacional para inspecionar a distribuição de medicamentos do Programa Farmácia Popular do Brasil. Essa iniciativa surge após a confirmação da gratuidade de todos os produtos do programa, que começou em fevereiro de 2025. O Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) realizará visitas técnicas a cem farmácias em cinquenta e oito municípios de vinte e um estados, marcando a retomada das fiscalizações presenciais que estavam suspensas desde 2021.
Os estados com maior número de farmácias a serem vistoriadas incluem São Paulo, com dezoito estabelecimentos, seguido por Pernambuco, com treze, e Rio Grande do Sul, com dez. O objetivo é prevenir e investigar possíveis irregularidades na dispensação de medicamentos, através de inspeções diretas. Durante as visitas, os técnicos verificarão a documentação necessária, como alvarás, licenças sanitárias e registros de dispensação.
A ação de fiscalização é parte de um esforço mais amplo para reconstruir e fortalecer o programa, que havia enfrentado interrupções em sua fiscalização e credenciamento desde 2018. Em abril, o Ministério da Saúde reiniciou a renovação anual obrigatória do credenciamento das farmácias, que se estenderá até o dia 31 de julho. Desde 2023, mais de duas mil farmácias foram suspensas e cerca de R$ 8 milhões foram ressarcidos devido a irregularidades.
Para garantir a eficácia das fiscalizações, foram restituídos vinte e cinco indicadores de acompanhamento, que monitoram desde a frequência de retirada de medicamentos até a quantidade vendida em relação à população. O programa utiliza mecanismos preventivos, como o cruzamento de dados com bases oficiais, para bloquear dispensações em caso de inconsistências. A abordagem detectiva é realizada mensalmente, identificando comportamentos atípicos nas farmácias.
O Programa Farmácia Popular do Brasil visa garantir o acesso gratuito a medicamentos essenciais, abrangendo atualmente quarenta e um itens, incluindo tratamentos para doenças como hipertensão e diabetes, além de produtos de higiene. O programa atende mais de doze milhões de pessoas mensalmente, com uma rede de mais de trinta e uma mil farmácias credenciadas em todo o país.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam o acesso a medicamentos e insumos essenciais. Projetos que visem fortalecer o Programa Farmácia Popular e garantir sua continuidade são essenciais para a saúde pública e podem fazer a diferença na vida de milhões de brasileiros.

Projeto de Lei 294/25 cria Programa Nacional de Apoio às Pessoas com Esclerose Múltipla. A proposta reconhece a doença como deficiência e visa garantir acesso a tratamentos e reabilitação. O deputado Pezenti (MDB-SC) destaca a importância de políticas públicas para apoiar pacientes. A análise do projeto ocorrerá nas comissões pertinentes antes da votação final.

Atletas masculinos de resistência intensa apresentam maior risco de aterosclerose coronariana, enquanto mulheres parecem ter proteção, segundo estudo do European Heart Journal. A prática regular de exercícios é ainda recomendada, mas check-ups são essenciais.

Junior Lima e Monica Benini compartilham a recuperação da filha, diagnosticada com síndrome nefrótica, e recebem apoio de famosos nas redes sociais. A criança está em remissão após tratamento intenso.

Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lança Projeto Acolher, oferecendo atendimento psicológico gratuito para colaboradores em unidades de saúde. A psicóloga Amsha Lima atende semanalmente, promovendo suporte emocional e melhorando a qualidade de vida no trabalho. A alta demanda reflete a crescente conscientização sobre saúde mental, especialmente após a pandemia.
A partir de 19 de junho, a vacinação contra a gripe no Distrito Federal será ampliada para toda a população a partir de seis meses, com 300 mil doses disponíveis. O objetivo é aumentar a imunização e reduzir complicações respiratórias.

A Anvisa aprovou a primeira vacina contra chikungunya, e o Ministério da Saúde solicitará sua inclusão no SUS. O imunizante, desenvolvido pela Valneva com o Instituto Butantan, é seguro e de dose única.