Durante o 1º Simpósio STJ Autismo e Justiça, a ministra Daniela Teixeira criticou a necessidade de mães recorrerem à Justiça para obter fraldas para filhos autistas, evidenciando a ineficácia da legislação atual.

A luta por direitos das pessoas com autismo no Brasil ganhou novo destaque durante o 1º Simpósio STJ Autismo e Justiça, realizado em 20 de maio de 2025. A ministra do Superior Tribunal de Justiça, Daniela Teixeira, criticou a necessidade de mães recorrerem à Justiça para obter fraldas para seus filhos autistas, evidenciando a ineficácia da legislação atual. Ela questionou: "Que país é esse?" ao relatar o caso de uma mãe que enfrentou várias instâncias judiciais para garantir um item essencial para seu filho.
A ministra lembrou que a Lei Berenice Piana, promulgada em 2012, deveria ter facilitado o acesso a direitos básicos, como saúde e dignidade, para crianças autistas. Teixeira afirmou que a lei é uma reafirmação dos direitos já garantidos pela Constituição de 1988, mas ressaltou que sua implementação ainda é insuficiente. "Adiantou a lei? Não, não adiantou", afirmou, referindo-se à realidade enfrentada por muitas famílias.
O simpósio também abordou a recente polêmica envolvendo o ministro Antonio Saldanha, que fez comentários desrespeitosos sobre terapias para autistas. O evento foi encerrado pelo corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell, que compartilhou sua experiência pessoal com a comunidade autista e enfatizou a necessidade de um sistema de Justiça mais inclusivo e humanizado.
O presidente do STJ, Herman Benjamin, destacou os principais obstáculos enfrentados por autistas e suas famílias: desconhecimento, indiferença e discriminação. Ele propôs que o simpósio se torne um evento anual, visando promover a conscientização e a discussão sobre os direitos das pessoas com autismo.
A ministra Teixeira também abordou a luta dos usuários de planos de saúde para garantir acesso a terapias, ressaltando que a Justiça deve priorizar a cidadania em vez de interesses comerciais. O juiz Luís Fulgoni, que é autista, compartilhou sua trajetória e questionou até quando as crianças continuarão a depender da sorte para acessar seus direitos.
Essas discussões ressaltam a urgência de ações concretas para garantir os direitos das pessoas com autismo. A mobilização da sociedade civil é essencial para promover mudanças significativas e apoiar iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida dessas famílias. Nossa união pode fazer a diferença e ajudar a transformar essa realidade.

O arroz com feijão, ícone da culinária brasileira, é agora reconhecido por instituições como a FAO e a Universidade de Harvard como uma solução eficaz contra a má nutrição moderna e doenças crônicas. Essa combinação nutricional promove saúde e bem-estar, reafirmando a importância cultural e acessível desse prato no Brasil.

A revisão da Lei de Cotas em 2023 ampliou o acesso de estudantes quilombolas e priorizou cotistas vulneráveis, refletindo mudanças significativas na inclusão no ensino superior. A presença de grupos historicamente excluídos aumentou, com desempenho similar ao de não cotistas, embora a discriminação persista.

A chef e restauratrice Danielle Dahoui defende que a equipe deve ser priorizada em um negócio, ressaltando a conexão entre política e gastronomia. Ela criou o projeto social Casa das Chefs para capacitar mulheres no setor.

O senador Dr. Hiran propõe proibir o jogo do tigrinho nas apostas de quota fixa, visando combater a lavagem de dinheiro e destinar recursos ao tratamento da ludopatia no SUS. A medida surge em meio a debates sobre a legalidade das apostas no Brasil.

A fluoretação da água, considerada uma conquista da saúde pública, enfrenta resistência nos EUA, onde Utah e Flórida baniram sua prática, levantando preocupações sobre saúde infantil e desigualdade social.

A Biblioteca Parque Villa-Lobos, em São Paulo, oferece curso gratuito de produção de podcast com aulas híbridas de agosto a novembro de 2025. Inscrições até 31 de julho, com seleção por projeto autoral.