Segurados do INSS com deficiência irreversível estão isentos de perícia médica de revisão, conforme a nova lei 15.557, que também inclui especialistas em infectologia para casos de Aids. Essa mudança amplia as dispensas e altera a avaliação pericial.

Segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem aposentadoria por invalidez ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência permanente, irreversível ou irrecuperável estão agora isentos da perícia médica de revisão. Essa mudança foi estabelecida pela lei 15.557, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União no dia 2 de outubro de 2023. A nova legislação altera a Lei de Benefícios da Previdência Social, de mil novecentos e noventa e um, e inclui a participação de especialistas em infectologia nas perícias de segurados com Aids.
Com a nova regra, segurados com deficiência irreversível não precisarão mais passar por revisões periódicas para manter seus benefícios. Contudo, em casos de suspeita de fraude ou erro, o segurado pode ser convocado para uma nova perícia. Para quem recebe BPC, a convocação para revisão pode ocorrer a qualquer momento, e se a condição que originou o benefício mudar, a renda pode ser cortada.
Os segurados aposentados por incapacidade permanente podem ser convocados para perícia de revisão a cada dois anos. Algumas categorias já estavam isentas de revisões, como aqueles que têm Aids, os que recebem benefícios por incapacidade há mais de quinze anos e têm 55 anos ou mais, e segurados acima de 60 anos. A nova legislação amplia essa lista, incluindo doenças como Alzheimer, Parkinson e esclerose lateral amiotrófica.
O advogado Roberto de Carvalho Santos, do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), destaca que a lei amplia as possibilidades de dispensa de perícia. A mudança também requer que os laudos periciais incluam a avaliação da irreversibilidade da incapacidade, um aspecto que não era mencionado anteriormente. Essa atualização visa alinhar as avaliações periciais com os avanços na literatura médica.
A aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente conhecida como aposentadoria por invalidez, é concedida a segurados considerados permanentemente incapazes para o trabalho. A revisão das perícias é uma prática comum, pois a incapacidade pode ser revertida. O BPC, que é um benefício no valor de um salário mínimo, é destinado a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de famílias de baixa renda.
Recentemente, o BPC tem sido alvo de mudanças nas regras devido à pressão nas contas públicas. O governo alterou as diretrizes para o cálculo da renda per capita, e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a unificação das regras de perícia médica entre o INSS e a Justiça. Essa unificação pode facilitar a análise dos pedidos, e a sociedade civil pode desempenhar um papel importante em apoiar iniciativas que garantam os direitos dos segurados e promovam a inclusão social.

Atletas de Niterói se preparam para os Jogos Pan-Americanos de 2031, com destaque para Rafaelle Wetzel e Antônio Lourenço, que treinam em infraestrutura esportiva de ponta e recebem apoio financeiro da nova Bolsa Atleta.

O Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu 25 pessoas em situação de rua e desmontou 13 estruturas precárias em uma operação que oferece serviços públicos e auxílio financeiro. A ação, que segue diretrizes do Supremo Tribunal Federal, visa acolher e reintegrar essa população.

A I Jornada da Atenção Domiciliar, realizada pela Secretaria de Saúde do DF, promoveu debates sobre cuidados paliativos e desospitalização, reunindo profissionais e estudantes. O evento destacou a importância da assistência humanizada e a ampliação do acesso aos serviços do SUS.

O Ministério da Educação (MEC) elevou o teto do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para Medicina, passando de R$ 60 mil para R$ 78 mil por semestre, beneficiando novos contratos a partir do 2º semestre de 2025.

O atelier do Museu Antonio Parreiras, em Niterói, será restaurado com investimento de R$ 5 milhões, com conclusão prevista em 180 dias, sob a gestão da EMOP, preservando a memória do artista.

Após polêmica gerada pelo Youtuber Felipe Bressanim Pereira, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, Fábio Félix, pediu a investigação das redes sociais sobre a proteção de crianças e adolescentes. O ofício visa apurar a responsabilidade das plataformas na violação de direitos e promover medidas preventivas.