O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou um serviço de radioterapia no Hospital de Câncer de Pernambuco, aumentando em 50% a capacidade de atendimento oncológico. Além disso, foram abertas unidades de saúde para mulheres em Caruaru e Serra Talhada, melhorando o acesso ao pré-natal e ao parto humanizado.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou um novo serviço de radioterapia no Hospital de Câncer de Pernambuco, em Recife, no dia nove de maio. O novo equipamento, de alta tecnologia, aumentará em cinquenta por cento a capacidade de atendimento oncológico do hospital, que é responsável por cinquenta e cinco por cento dos atendimentos de câncer no estado. Com a nova estrutura, o hospital poderá realizar cerca de cem atendimentos adicionais por dia, reduzindo o tempo de espera para o tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS).
O investimento de R$ 6,4 milhões na aquisição do acelerador linear permitirá tratamentos mais precisos e rápidos. Durante a inauguração, Padilha destacou que este é o maior programa de expansão de aceleradores lineares já realizado no país, com o objetivo de consolidar a maior rede pública de prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer do mundo. O ministro enfatizou a importância de fortalecer parcerias com instituições filantrópicas e utilizar o potencial da saúde brasileira.
Além da radioterapia, Padilha também inaugurou duas unidades de saúde voltadas para o cuidado da mulher em Pernambuco. O Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, foi projetado para atender mais de trinta municípios, descentralizando os serviços de obstetrícia e melhorando o acesso ao pré-natal e ao parto humanizado. A nova unidade conta com 198 leitos e capacidade para realizar até setecentos partos por mês, funcionando 24 horas por dia.
A Casa de Parto Normal, em Serra Talhada, representa um avanço significativo na atenção ao parto humanizado, oferecendo um ambiente seguro e acolhedor. Com capacidade para realizar até quarenta partos mensais, a unidade também funcionará 24 horas por dia. O investimento total nas duas unidades foi de R$ 46,7 milhões, sendo R$ 40 milhões do Ministério da Saúde e R$ 6,7 milhões do Governo do Estado.
Durante sua visita ao estado, o ministro também conheceu o Real Hospital Português e o Pronto Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco Professor Luiz Tavares (Procape). O Procape é referência em média e alta complexidade em cardiologia, com 254 leitos, sendo 99% vinculados ao SUS, e realiza cerca de três mil e quinhentos atendimentos mensais, incluindo pacientes com Doença de Chagas.
Essas iniciativas demonstram um esforço significativo para melhorar a assistência à saúde em Pernambuco. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visam fortalecer ainda mais esses serviços, garantindo que mais pessoas tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade e humanizados.

Ministério da Saúde capacita agentes indígenas em Pesqueira, Pernambuco, para combater o Aedes aegypti, com novas vagas para curso de dengue e webinário para disseminar estratégias de prevenção.

A partir de 1º de setembro, planos de saúde no Brasil devem cobrir o implante contraceptivo Implanon para mulheres de 18 a 49 anos, após sua inclusão no SUS. A medida, aprovada pela ANS, visa garantir acesso a métodos contraceptivos eficazes.

Helena, de 5 anos, enfrenta uma recidiva agressiva de leucemia linfoide aguda, necessitando de quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea, além de custos elevados e mudança temporária de cidade. A família busca apoio e se compromete a destinar eventuais sobras a instituições de caridade.

Pesquisadores anunciaram uma nova bebida funcional que promete reduzir o colesterol alto, rica em fibras e antioxidantes, com lançamento previsto para este ano. O produto é um complemento aos tratamentos tradicionais.

O Rio de Janeiro confirmou mais duas mortes por febre oropouche, totalizando três óbitos em 2023. As vítimas, de 34 e 23 anos, eram de Macaé e Paraty, e não houve novos casos desde então.

A pesquisa da ACBG Brasil e UFSC revela que a espera por tratamento cirúrgico para câncer de cabeça e pescoço pode chegar a seis meses em algumas regiões do Brasil, destacando desigualdades no acesso à saúde. A falta de profissionais capacitados e recursos adequados compromete a qualidade de vida e a sobrevivência dos pacientes.