O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou um modelo de pavimentação de baixo custo para melhorar estradas rurais, promovendo desenvolvimento regional e inclusão social. A iniciativa utiliza Revestimento Primário, Impermeabilização e Tratamento Superficial duplo, visando reduzir custos e aumentar a durabilidade das vias. Municípios interessados podem agendar apresentações para conhecer a proposta, que promete agilidade em licitações e benefícios ambientais.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou um modelo de pavimentação de baixo custo que visa melhorar a infraestrutura viária rural e promover o desenvolvimento regional. Essa iniciativa é especialmente direcionada a áreas com recursos limitados, oferecendo uma alternativa acessível para aumentar o acesso a serviços e dinamizar economias locais.
O novo modelo combina Revestimento Primário, Impermeabilização e Tratamento Superficial Duplo (TSD), buscando aliar tecnologia simples e de fácil replicação à realidade dos municípios. O foco está na durabilidade, economia e impacto social positivo, conforme explica Rafael Silveira, coordenador-geral de Execução de Obras do MIDR.
A metodologia está em fase de validação e tem sido apresentada a gestores municipais por meio de webinários e contatos diretos. Os municípios interessados podem agendar apresentações para conhecer a proposta em detalhes. Uma das principais vantagens é a disponibilização de documentos técnicos do projeto básico, o que acelera os processos licitatórios e a execução dos serviços.
O modelo também promete reduzir os custos de manutenção e execução, além de utilizar mão de obra local e simplificar a complexidade técnica. Isso resulta em melhorias nas condições de tráfego, com benefícios diretos para a saúde pública. A substituição gradual do uso de cascalho por técnicas mais duráveis também contribui para a preservação ambiental.
Com essa iniciativa, o MIDR reforça seu papel como articulador de soluções que promovem mobilidade e inclusão territorial, buscando reduzir desigualdades regionais. A implementação do projeto conta com orientações técnicas e apoio institucional, garantindo que a adoção da metodologia ocorra de forma segura e eficiente.
Essa proposta pode inspirar a sociedade civil a se unir em prol de melhorias na infraestrutura viária, promovendo ações que beneficiem as comunidades menos favorecidas. A mobilização em torno de projetos como esse pode fazer a diferença na vida de muitos, garantindo acesso e desenvolvimento para todos.
O Ministério da Saúde lançou consulta pública até 18 de agosto para o Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde, com 18 diretrizes e 92 ações, visando integrar saúde humana, animal e ambiental. A participação social é essencial para enfrentar riscos sanitários complexos no Brasil.
O Distrito Federal recebeu oito novos ônibus, incluindo o primeiro elétrico, para modernizar o transporte público nas regiões de Guará, Ceilândia e Taguatinga, reduzindo emissões e ampliando rotas. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância do projeto para a mobilidade local, que deve aumentar a capacidade em dez por cento.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em cinquenta cidades afetadas por desastres naturais, permitindo que prefeituras solicitem recursos federais. As cidades enfrentam estiagem, seca e inundações, e agora podem pedir apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de higiene.
Zezé Motta, ícone da cultura e luta antirracista, celebra a eleição de Ana Maria Gonçalves para a Academia Brasileira de Letras, enquanto se destaca em novos projetos artísticos e um especial sobre mulheres negras.
Proposta de reforma do Código Civil no Senado pode classificar animais como "seres sencientes", permitindo ações judiciais em seu nome, mas ainda os mantém como bens. Especialistas divergem sobre os impactos dessa mudança.
O presidente da Áustria, Alexander Van der Bellen, não participará da COP30 em Belém devido aos altos custos da viagem, levantando preocupações sobre a legitimidade das negociações e a inclusão da sociedade civil.