Museu do Instituto de Geociências da USP lança projeto de inclusão tátil em paleobotânica, desenvolvendo réplicas de fósseis para deficientes visuais com tecnologia 3D e parcerias especializadas. A iniciativa visa ampliar o acesso ao conhecimento científico.

O Museu do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) lançou um projeto inovador na Oficina de Réplicas, focando na inclusão tátil na paleobotânica. O objetivo é desenvolver réplicas de fósseis para pessoas com deficiência visual, utilizando tecnologia de impressão 3D e colaboração com instituições especializadas. Essa iniciativa visa tornar o conhecimento paleontológico mais acessível e interativo.
Os fósseis, que são restos ou vestígios de seres vivos preservados em rochas, desempenham um papel crucial na compreensão da história da vida na Terra. A Oficina de Réplicas já é reconhecida por produzir cópias de fósseis para fins educacionais, facilitando o aprendizado em escolas e museus. O coordenador da oficina, Paulo Eduardo de Oliveira, destaca a importância desse trabalho para aproximar o público do conhecimento científico.
Recentemente, a oficina anunciou a parceria com o Lar das Moças Cegas, que possui experiência na educação de pessoas com deficiência visual. O projeto, coordenado pelo professor Douglas Galante e pela estudante Giovanna Soares, utiliza equipamentos do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP para escanear amostras da coleção do Instituto de Geociências e criar protótipos táteis.
As réplicas serão modeladas em três dimensões e manipuladas digitalmente para realçar texturas e estruturas, facilitando a percepção dos fósseis. As peças resultantes serão incorporadas ao acervo da oficina e disponibilizadas ao público, além de serem compartilhadas em domínio público para impressão em impressoras 3D.
A Oficina de Réplicas já possui uma coleção com mais de oitenta itens, abrangendo fósseis de diversas regiões do mundo, desde a Era Paleozoica. As réplicas são vendidas a preços que variam de R$ 8,00 a R$ 280,00, com toda a receita revertida para a autossuficiência da oficina. Essa iniciativa não apenas enriquece o acervo do museu, mas também contribui para a educação científica.
Projetos como o da Oficina de Réplicas são essenciais para promover a inclusão e o acesso ao conhecimento. A união da sociedade civil pode impulsionar iniciativas que garantam materiais didáticos adequados para todos, especialmente para aqueles que enfrentam desafios adicionais. A colaboração e o apoio a essas causas podem fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas.

A Operação Lei Seca em Niterói registrou um aumento de 13,9% nas abordagens a motoristas entre janeiro e maio de 2025, enquanto a taxa de alcoolemia caiu de 11,73% para 8,31%. A superintendente Patrícia Monteiro destaca a eficácia das ações educativas e a mudança de comportamento dos motoristas.

Prêmio Maria Lúcia Pereira suspende seleção para analisar projetos, incluindo cartilha polêmica sobre drogas. O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), interrompeu a seleção pública do Prêmio Maria Lúcia Pereira, que visa reconhecer iniciativas inovadoras na política sobre drogas. A decisão foi motivada pela necessidade de avaliar os projetos submetidos, entre os quais se destaca uma cartilha que orienta jovens sobre como lidar com drogas durante abordagens policiais. A Senad esclareceu que não houve aprovação prévia dos trabalhos e reafirmou seu compromisso com a legalidade, afastando qualquer orientação que possa infringir as leis do país.

Neste sábado, 31 de março, Jéssica Pedroso, representante do Brasil no Miss Mundo 2025, é uma das favoritas ao título, destacando-se por seu projeto social na educação. A expectativa é alta, já que o Brasil não vence o concurso desde 1971.

A deputada Daiana Santos apresentou um projeto de lei para proteger mulheres vítimas de violência política de gênero, após ataques à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no Senado. A proposta visa garantir direitos e segurança a defensoras de direitos humanos e líderes comunitárias, permitindo que solicitem proteção das autoridades competentes.

Pesquisadores da Meta desenvolveram uma pulseira experimental que controla computadores com movimentos da mão, utilizando sinais elétricos dos músculos, permitindo interação sem toque físico. A tecnologia visa beneficiar pessoas com deficiência motora e promete revolucionar a forma de interação com dispositivos.

O Paraná implementou em 2025 o programa Parceiro da Escola, envolvendo 82 instituições e empresas, com alta aprovação de pais e diretores, otimizando a gestão escolar e garantindo continuidade nas aulas.