O Museu Nacional do Rio de Janeiro reabre parcialmente com a exposição "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e o esqueleto de uma baleia cachalote, após sete anos do incêndio de 2018. A reabertura, marcada por um longo processo de restauração, é um passo significativo para a recuperação do acervo e da estrutura do museu, que abrigava 20 milhões de itens. O evento é uma oportunidade para a população brasileira redescobrir a importância cultural e científica do espaço.

O Museu Nacional do Rio de Janeiro reabriu suas portas nesta quarta-feira, 2 de agosto, após sete anos do incêndio que devastou seu acervo e estrutura. A reabertura é parcial e marca a primeira vez que o público pode visitar o museu desde o trágico evento, que foi causado por falhas no circuito elétrico. A nova exposição temporária, intitulada "Entre Gigantes", terá duração de dois meses e contará com três ambientes abertos ao público, incluindo o salão de entrada.
O meteorito Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, é a principal atração da exposição. Com mais de cinco toneladas, ele sobreviveu ao incêndio devido à sua composição química. Além do meteorito, o esqueleto de uma baleia cachalote, medindo 15,7 metros, será exibido suspenso na nova claraboia do edifício. Essa nova coleção é parte do esforço do museu para reconstruir seu acervo, que foi severamente afetado pelo incêndio.
A vice-diretora do Museu Nacional, Andrea Costa, destacou que, embora o museu tenha recebido várias doações de peças, ainda há limitações de espaço para acomodar o novo acervo. "Tem muita coisa já prometida e retirada, mas não estamos com o acervo completo aqui", afirmou. O museu, fundado em mil oitocentos e dezoito, abrigava cerca de 20 milhões de itens, incluindo coleções de arqueologia e antropologia.
Parte do afresco "Dragão e Dois Golfinhos", da coleção da imperatriz Tereza Cristina, foi restaurada após ser encontrada em 156 fragmentos. A peça passou por um projeto de restauração na Itália. Além disso, o manto tupinambá, que foi enviado do museu da Dinamarca para o Brasil, está sob a guarda técnica do Museu Nacional, mas não há previsão de exposição.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do museu, estima que ainda faltam captar R$ 170 milhões dos R$ 500 milhões necessários para concluir as obras de restauração. Companhias como Vale, Bradesco e Eletrobras já contribuíram financeiramente, assim como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Educação, que repassou R$ 50,6 milhões em 2023 e 2024.
A reabertura do Museu Nacional é um passo significativo na recuperação de um espaço que é vital para a educação e cultura no Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a preservação e o enriquecimento do acervo do museu, garantindo que futuras gerações tenham acesso a esse patrimônio inestimável.

O Distrito Federal recebeu oito novos ônibus, incluindo o primeiro elétrico, para modernizar o transporte público nas regiões de Guará, Ceilândia e Taguatinga, reduzindo emissões e ampliando rotas. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância do projeto para a mobilidade local, que deve aumentar a capacidade em dez por cento.

Válvula dispersora da barragem de Orós, no Ceará, foi acionada pelo ministro Waldez Góes, destacando a modernização e segurança hídrica da região, além de impulsionar turismo e economia local. A prefeita Tereza Cristina Alves Pequeno celebrou a obra como um marco de esperança e desenvolvimento para a comunidade.

O senador Romário celebrou a derrubada do veto presidencial à pensão vitalícia para crianças com deficiências causadas pelo vírus zika, destacando sua importância para a dignidade e cuidados essenciais. A mobilização das famílias foi crucial para essa conquista.

Débora Campos oferece oficinas gratuitas de dança afro no Centro Coreográfico do Rio, focando em mulheres não dançarinas e na comunidade surda, até novembro. A iniciativa visa inclusão e ressignificação cultural.

Estudo revela mais de 8 milhões de variantes genéticas em 2.723 brasileiros, destacando a diversidade genética do país e suas implicações para a saúde pública. A pesquisa, publicada na Science, pode inspirar novos diagnósticos e tratamentos.

Grupo de 24 holandeses visita São Leopoldo, em Belford Roxo, e participa de atividades culturais, apoiando projeto que afasta jovens do crime. A troca cultural revela a autenticidade da Baixada Fluminense.