Jonathan Carvalho, paciente com Linfoma de Hodgkin, precisa de uma biópsia cirúrgica por vídeo, mas o SUS e a assistência do trabalho não cobrem o procedimento. A cirurgia é delicada e de risco, exigindo essa abordagem.

Jonathan Carvalho, paciente oncológico diagnosticado com Linfoma de Hodgkin, passou por doze sessões de quimioterapia e obteve uma resposta positiva ao tratamento. No entanto, alguns linfonodos permaneceram resistentes, levando à necessidade de uma biópsia cirúrgica para diagnóstico. Essa cirurgia é essencial para determinar a evolução da doença e as opções de tratamento futuras.
Atualmente, a biópsia cirúrgica necessária não é coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nem pela assistência do trabalho de Jonathan. O procedimento deve ser realizado por vídeo, uma técnica menos invasiva que reduz os riscos associados à cirurgia convencional, que envolve abertura e exposição.
A recusa do SUS em realizar a cirurgia por vídeo levanta preocupações sobre a acessibilidade a tratamentos adequados para pacientes oncológicos. A resistência dos linfonodos em Jonathan pode indicar a necessidade de intervenções mais agressivas, tornando a biópsia uma etapa crucial em seu tratamento.
Jonathan compartilhou sua situação em suas redes sociais, buscando apoio e conscientização sobre a importância de tratamentos adequados para pacientes com câncer. Ele destaca que a cirurgia por vídeo é vital para minimizar os riscos e garantir uma recuperação mais segura.
Além de Jonathan, muitos outros pacientes enfrentam desafios semelhantes na busca por tratamentos que não são cobertos por sistemas públicos de saúde. A falta de recursos para procedimentos essenciais pode comprometer a saúde e a qualidade de vida de pessoas que já lidam com doenças graves.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pacientes como Jonathan. O apoio da comunidade é fundamental para garantir que todos tenham acesso a tratamentos adequados e seguros, promovendo uma saúde mais justa e igualitária para todos.

A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) foi estendida até dezembro para jovens de 15 a 19 anos no Distrito Federal, mas apenas 2,3 mil se vacinaram até agora, muito abaixo da meta de 49 mil. A Secretaria de Saúde enfatiza a urgência da imunização para prevenir doenças graves, como o câncer.

O Cehub e o laboratório Genun promovem palestra sobre novas diretrizes de rastreamento do câncer de colo do útero, substituindo o Papanicolau pelo teste molecular de PCR para HPV. O evento, gratuito e presencial, ocorrerá em 26 de junho, com o biomédico Marco Antônio Zonta, especialista em doenças infecciosas. A nova abordagem permite diagnósticos mais precoces e precisos, visando reduzir a mortalidade por câncer entre mulheres no Brasil, onde são esperados mais de 17 mil novos casos em 2025. As inscrições estão abertas até 25 de junho.

O Brasil voltou a ser um dos 20 países com mais crianças não vacinadas, com um aumento de 100% em relação a 2023, totalizando 229 mil. O CFM pediu ações urgentes ao Ministério da Saúde.

Diabéticos têm até cinco vezes mais risco de capsulite adesiva, destacando a importância do controle glicêmico. Essa condição, conhecida como "ombro congelado", causa dor intensa e limita a mobilidade, afetando a qualidade de vida. A inflamação das articulações está ligada à hiperglicemia crônica e outros fatores como neuropatia e problemas circulatórios. Medidas preventivas incluem alimentação saudável e exercícios regulares.

Cerca de 20 milhões de brasileiros têm diabetes, e exercícios físicos, especialmente de alta intensidade e força, são essenciais para controlar o açúcar no sangue. Especialistas recomendam treinos regulares e horários específicos para maximizar os benefícios.

A Fiocruz e o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) lançam o Programa de Treinamento em Autópsias Minimamente Invasivas Guiadas por Ultrassonografia (Amigus), modernizando investigações post mortem. A primeira autópsia foi realizada em junho, promovendo capacitação e avanços na formação médica.