Jonathan Carvalho, paciente com Linfoma de Hodgkin, precisa de uma biópsia cirúrgica por vídeo, mas o SUS e a assistência do trabalho não cobrem o procedimento. A cirurgia é delicada e de risco, exigindo essa abordagem.

Jonathan Carvalho, paciente oncológico diagnosticado com Linfoma de Hodgkin, passou por doze sessões de quimioterapia e obteve uma resposta positiva ao tratamento. No entanto, alguns linfonodos permaneceram resistentes, levando à necessidade de uma biópsia cirúrgica para diagnóstico. Essa cirurgia é essencial para determinar a evolução da doença e as opções de tratamento futuras.
Atualmente, a biópsia cirúrgica necessária não é coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nem pela assistência do trabalho de Jonathan. O procedimento deve ser realizado por vídeo, uma técnica menos invasiva que reduz os riscos associados à cirurgia convencional, que envolve abertura e exposição.
A recusa do SUS em realizar a cirurgia por vídeo levanta preocupações sobre a acessibilidade a tratamentos adequados para pacientes oncológicos. A resistência dos linfonodos em Jonathan pode indicar a necessidade de intervenções mais agressivas, tornando a biópsia uma etapa crucial em seu tratamento.
Jonathan compartilhou sua situação em suas redes sociais, buscando apoio e conscientização sobre a importância de tratamentos adequados para pacientes com câncer. Ele destaca que a cirurgia por vídeo é vital para minimizar os riscos e garantir uma recuperação mais segura.
Além de Jonathan, muitos outros pacientes enfrentam desafios semelhantes na busca por tratamentos que não são cobertos por sistemas públicos de saúde. A falta de recursos para procedimentos essenciais pode comprometer a saúde e a qualidade de vida de pessoas que já lidam com doenças graves.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pacientes como Jonathan. O apoio da comunidade é fundamental para garantir que todos tenham acesso a tratamentos adequados e seguros, promovendo uma saúde mais justa e igualitária para todos.

Estudo revela que a taxa de sobrevida em 10 anos para pacientes com câncer de mama no SUS é de 65,4%, enquanto no sistema privado é de 91,9%, evidenciando desigualdades no acesso ao tratamento.

A morte da cantora Preta Gil, em 20 de julho, destaca o aumento alarmante de câncer colorretal em jovens. O cirurgião Landwehrner Lucena alerta para a importância da colonoscopia e hábitos saudáveis na prevenção.

Santiago, uma criança de 7 anos, enfrenta transformação cavernosa da veia porta, necessitando urgentemente de avaliação pré-cirúrgica para o procedimento Shunt Rex, não coberto pelo SUS. A família busca apoio para evitar complicações graves.

A vacina ACWY agora é oferecida a bebês de 12 meses como reforço, aumentando a proteção contra meningite. O Distrito Federal registrou 30,9 mil doses aplicadas em 2024, refletindo um crescimento na cobertura vacinal.

As doenças inflamatórias intestinais (DIIs) estão em ascensão no Brasil, com um aumento de 61% nas internações na última década. A Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) alerta para a necessidade de diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Um estudo internacional indica que um programa de exercícios pode reduzir em um terço o risco de morte em pacientes com câncer colorretal. Especialistas acreditam que isso pode transformar o tratamento da doença.