Os pagamentos do Bolsa Família em julho de 2025 iniciaram no dia 18, com valores variando conforme a composição familiar e a inclusão do auxílio-gás para auxiliar famílias vulneráveis. O programa garante um mínimo de R$ 600 por família, com acréscimos para mães e filhos.

Os pagamentos do Bolsa Família em julho de 2025 iniciaram no dia 18, com beneficiários que possuem Número de Identificação Social (NIS) final 1 sendo os primeiros a receber. O cronograma de depósitos se estende até o dia 30, abrangendo aqueles com NIS final 0. Neste mês, parte dos beneficiários também receberá o auxílio-gás, uma medida do governo federal para aliviar os custos com o gás de cozinha.
Os beneficiários do Bolsa Família têm direito a um valor mínimo de R$ 600 por família, podendo haver acréscimos conforme a composição familiar. Por exemplo, mães de bebês de até seis meses recebem o Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50, além de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de sete a dezoito anos, e R$ 150 para aquelas com crianças de até seis anos.
O auxílio-gás é calculado com base no valor médio nacional do botijão de gás de treze quilos, conforme divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Essa média considera os preços dos últimos seis meses, e os pagamentos são realizados em meses pares. Para ter acesso ao benefício, a renda mensal familiar deve ser de até R$ 218 por pessoa.
Para se enquadrar no programa, a família deve somar sua renda total e dividi-la pelo número de integrantes. Se o valor resultante for inferior a R$ 218, a família é elegível para o Bolsa Família. Por exemplo, uma família com sete integrantes, onde um deles recebe um salário mínimo de R$ 1.518, terá uma renda per capita de R$ 216,85, o que a torna apta a receber o benefício.
Os interessados em se tornar beneficiários devem se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico), que é o pré-requisito para a inclusão em programas sociais do governo. A inscrição pode ser feita nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) das prefeituras. Estar no CadÚnico não garante automaticamente a inclusão no Bolsa Família, pois a inscrição precisa ser avaliada.
Os beneficiários podem acessar os valores por meio do aplicativo Caixa Tem, evitando a necessidade de ir a uma agência da Caixa Econômica Federal. O aplicativo permite realizar compras e saques em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes bancários. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a inclusão e o suporte às famílias em vulnerabilidade.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional visita São Paulo de Olivença (AM) para mapear áreas afetadas por erosões e apoiar a reconstrução, utilizando tecnologia e capacitação local. A ação, em parceria com as defesas civis estadual e municipal, visa garantir recursos federais e prevenir novos desastres. Moradores, como Zilda, esperam por soluções rápidas e seguras.

Foi inaugurada uma Agência do Trabalhador no Sol Nascente, com investimentos de R$ 63,8 milhões para requalificação da área. O governador Ibaneis Rocha destaca a dignidade e respeito aos moradores.

Belford Roxo, a única cidade fluminense em desenvolvimento crítico, apresenta índices alarmantes: saúde (0,27), educação (0,43) e emprego e renda (0,45). Moradores relatam insatisfação com serviços básicos e oportunidades.

Durante a Semana de Pentecostes, quase três mil pessoas foram vacinadas contra a gripe no Taguaparque, em Taguatinga, com apoio da Secretaria de Saúde e do Governo do Distrito Federal. A ação reforçou a importância da imunização entre os fiéis.

O programa Saúde Mais Perto do Cidadão - Restaurando Sorrisos chegou a Itapoã, oferecendo tratamentos odontológicos gratuitos para mulheres em vulnerabilidade social. A iniciativa já atendeu 250 mulheres na primeira semana e visa alcançar mil atendimentos até 13 de junho.

Após polêmica gerada pelo Youtuber Felipe Bressanim Pereira, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, Fábio Félix, pediu a investigação das redes sociais sobre a proteção de crianças e adolescentes. O ofício visa apurar a responsabilidade das plataformas na violação de direitos e promover medidas preventivas.