O Paraná se destaca como o primeiro membro afiliado da Rede Global de Cidade e Comunidade Amiga da Pessoa Idosa na América do Sul, promovendo políticas de envelhecimento saudável. O governador Carlos Massa Ratinho Junior e a secretária Leandre Dal Ponte celebram a conquista, que visa certificar todos os 399 municípios do estado. A iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) busca criar ambientes mais inclusivos para os idosos, com a expectativa de que mais cidades adotem essas práticas.

O estado do Paraná, no sul do Brasil, foi recentemente reconhecido como o primeiro membro afiliado da Rede Global de Cidade e Comunidade Amiga da Pessoa Idosa na América do Sul. A aceitação foi anunciada em 29 de maio de 2025, representando um avanço significativo nas políticas públicas voltadas para o envelhecimento saudável. A iniciativa, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visa criar ambientes urbanos mais acessíveis e inclusivos para a população idosa.
O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, destacou a importância desse reconhecimento, afirmando que o estado está se preparando para atender a uma pirâmide etária em expansão. Ele enfatizou que o governo está comprometido em promover políticas que melhorem a qualidade de vida dos idosos. A secretária estadual da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, também celebrou a conquista, ressaltando o trabalho coletivo realizado para transformar a realidade das pessoas idosas no estado.
Leandre mencionou que o objetivo do governo é certificar os 399 municípios paranaenses como Cidades Amigas da Pessoa Idosa pela OMS. Atualmente, o Brasil conta com cinquenta e um municípios certificados, sendo trinta e oito deles localizados no Paraná. Essa meta reflete um esforço contínuo para garantir que todas as cidades do estado se tornem mais amigáveis para os idosos.
O representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da OMS no Brasil, Cristian Morales, ressaltou a relevância do reconhecimento internacional e a oportunidade que o Paraná terá de compartilhar boas práticas com outras regiões do mundo. Ele destacou que essa troca de experiências pode levar a uma aplicação mais eficiente e inovadora das políticas voltadas para a população idosa.
Atualmente, a Rede Global conta com cerca de mil e quinhentos membros, incluindo mais de oitocentas cidades das Américas. Além do Brasil, países como Argentina, Chile, e Estados Unidos também fazem parte da iniciativa. O ingresso do Paraná como membro afiliado pode impulsionar a adoção de estratégias que promovam a qualidade de vida para os idosos em todo o Brasil.
Essa conquista é um convite à sociedade civil para se unir em prol de ações que melhorem a vida dos idosos. Projetos que visem transformar comunidades em espaços mais dignos e seguros para essa população merecem apoio e incentivo. A união de esforços pode fazer a diferença na promoção de um envelhecimento saudável e ativo.

O CIEE inseriu mais de 180 mil estudantes em programas de estágio em 2024, destacando a importância da formação e inclusão social, além de promover a retenção de talentos nas empresas. Estagiários atuam em projetos estratégicos, contribuindo para inovação e diversidade.

O Maranhão fez história ao realizar seu primeiro transplante de coração pelo SUS, beneficiando um homem de 68 anos no Hospital Universitário da UFMA. O governador Carlos Brandão destacou a importância do feito para a saúde pública do estado. Em 2024, o Brasil alcançou um recorde de mais de 30.000 transplantes pelo SUS, evidenciando o crescimento de 18% em relação a 2022.

Aline Midlej lançou o livro "De Marte à favela", que conecta exploração espacial a projetos de combate à pobreza no Brasil, destacando a dignidade como essencial para a transformação social. A obra, coautoria de Edu Lyra, revela a complexidade das intenções dos patrocinadores e a necessidade de um olhar mais profundo sobre a realidade das comunidades carentes.

O ator Humberto Carrão mobiliza apoio nas redes sociais para transformar o antigo prédio do Dops, no Rio, em um espaço de memória e direitos humanos, já com mais de 7.500 assinaturas. A ação visa reparar a história e promover reflexão sobre a repressão da ditadura militar.

João Carlos Martins, após um diagnóstico de câncer de próstata e cirurgia bem-sucedida, emocionou o público no Carnegie Hall, reafirmando seu compromisso com a educação musical e o legado que deseja deixar.

Pesquisadores da Universidade Tufts desenvolveram o fio dental "eMIP", que detecta cortisol na saliva, oferecendo uma solução acessível para monitorar o estresse em minutos. A tecnologia pode revolucionar a detecção de condições de saúde.