Apesar de bilhões em royalties do petróleo, Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes enfrentam pobreza, corrupção e infraestrutura deficiente, com a população sem acesso a serviços básicos essenciais.

Os municípios de Presidente Kennedy, no Espírito Santo, e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, têm recebido bilhões em royalties do petróleo, mas enfrentam sérios problemas sociais. Apesar de suas receitas bilionárias, a população continua a sofrer com a pobreza, falta de infraestrutura e serviços públicos deficientes. Uma análise recente mostra que, mesmo com altos investimentos, a qualidade de vida não melhorou significativamente, e a dependência econômica dos royalties se torna insustentável.
Ambas as cidades, que se destacam na arrecadação de royalties, apresentam desafios comuns. Em Presidente Kennedy, cerca de 25% da população vive abaixo da linha da pobreza, enquanto em Campos, mais de 40% dos habitantes estão no Cadastro Único (CadÚnico). A percepção entre os moradores é de que a riqueza do petróleo não chegou a todos, e muitos questionam o destino dos recursos recebidos. O agricultor Félix de Jesus, de Presidente Kennedy, expressou sua frustração ao afirmar que a cidade deveria ser próspera, mas enfrenta miséria.
Os problemas de infraestrutura são evidentes. Em Presidente Kennedy, a falta de saneamento básico e serviços de saúde adequados é alarmante. Apesar de investimentos significativos em saúde e educação, os indicadores de mortalidade infantil e analfabetismo permanecem altos. Em Campos, a situação é semelhante, com a população enfrentando dificuldades de transporte e acesso a serviços essenciais. A falta de planejamento e gestão adequada dos recursos é uma crítica recorrente entre especialistas e moradores.
Além disso, escândalos de corrupção têm marcado a administração pública em ambos os municípios. Em Presidente Kennedy, a má gestão dos royalties resultou em gastos controversos, enquanto em Campos, a dependência dos recursos petrolíferos levou a decisões questionáveis, como a criação de um fundo que acabou em prejuízos. A falta de transparência e a ineficiência na aplicação dos recursos têm gerado desconfiança na população.
Os moradores de Campos, especialmente na praia de Farol de São Thomé, sentem os efeitos diretos da exploração petrolífera. A infraestrutura precária e a falta de serviços básicos, como esgoto e transporte, são evidentes. Mesmo com investimentos significativos, a qualidade de vida na região não melhorou, e muitos se sentem abandonados pelas autoridades locais. A situação é um reflexo da má gestão dos recursos e da falta de um planejamento que priorize o bem-estar da população.
Esses desafios enfrentados por Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes ressaltam a importância de uma gestão mais eficaz dos recursos públicos. A união da sociedade civil pode ser fundamental para promover mudanças significativas. Projetos que visem melhorar a infraestrutura e os serviços sociais podem transformar a realidade dessas comunidades, garantindo que os royalties do petróleo sejam utilizados de forma a beneficiar todos os cidadãos.

A série "Vale Tudo" destaca a luta de Heleninha Roitman, interpretada por Paolla Oliveira, contra o alcoolismo, refletindo a realidade de muitos. O Alcoólicos Anônimos (AA) observa um aumento significativo de mulheres após a pandemia.

Casos de violência contra crianças e adolescentes, como os de Paula e Letícia, evidenciam a importância da Lei Henry Borel, que garante proteção e medidas urgentes para as vítimas.

Alice, em recuperação do alcoolismo, enfrenta o desafio de retornar à praia, onde encontra apoio de amigas e momentos de alegria. Ao voltar, descobre sua samambaia quase morta, refletindo sua própria luta. Ela decide cuidar da planta, simbolizando sua resiliência e a importância de não desistir de si mesma.

A médica Ana Claudia Quintana Arantes enfatiza a importância de discutir a morte com crianças, utilizando livros como "Onde Fica o Céu?" para facilitar o entendimento e o luto. Essa abordagem ajuda a prevenir problemas emocionais futuros.

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