Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional visita São Paulo de Olivença (AM) para mapear áreas afetadas por erosões e apoiar a reconstrução, utilizando tecnologia e capacitação local. A ação, em parceria com as defesas civis estadual e municipal, visa garantir recursos federais e prevenir novos desastres. Moradores, como Zilda, esperam por soluções rápidas e seguras.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, realizou uma visita técnica a São Paulo de Olivença, no Amazonas, para avaliar os danos causados pelas erosões conhecidas como "terras caídas". Esses deslizamentos afetaram diversas famílias no final de 2024, e a missão da equipe é apoiar a reconstrução e prevenir novos desastres. A ação foi realizada em parceria com as defesas civis estadual e municipal, com o objetivo de mapear as áreas atingidas e orientar a população.
Durante a visita, o coordenador de Habitação e Ações Estratégicas da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Ademar Lopes, enfatizou a importância da vistoria em campo. Ele afirmou que essa ação permite identificar infraestruturas e moradias que não estavam incluídas no pedido inicial de ajuda, garantindo um atendimento completo ao município. A moradora Zilda Moraes Maia, que perdeu sua casa e seu salão de beleza, destacou a importância do aviso da Defesa Civil, que possibilitou sua evacuação a tempo.
A tecnologia também desempenhou um papel crucial na avaliação dos danos. Drones foram utilizados para acessar áreas de difícil alcance, proporcionando dados mais precisos e acelerando o processo de cadastramento no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Além disso, placas de sinalização foram instaladas em regiões de risco, e a população recebeu orientações sobre como se cadastrar no sistema de alerta por SMS.
A capacitação de agentes comunitários de saúde foi uma das iniciativas destacadas durante a visita. A sargento Édila Vieira, gerente de pós-desastre da Defesa Civil do Amazonas, explicou que esses agentes levarão informações sobre riscos de erosão e alagamentos diretamente às casas, aumentando a segurança da população. A troca de experiências entre municípios também foi um ponto importante, com representantes de Amaturá, cidade vizinha, buscando aprender sobre captação de recursos federais e ações preventivas.
Lucas Gomes, subsecretário da Defesa Civil de São Paulo de Olivença, ressaltou que o apoio recebido renova a esperança da população. O compromisso do Governo Federal com a proteção da população e o enfrentamento das desigualdades territoriais foi reafirmado durante a visita. A atuação do MIDR visa não apenas a reconstrução de casas, mas também a restauração da dignidade e segurança das famílias afetadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação das vítimas e na promoção de projetos sociais que ajudem a prevenir desastres futuros. O apoio à comunidade é essencial para garantir que todos tenham acesso a um lar seguro e digno, além de fortalecer a resiliência local diante de novos desafios.

O trabalho infantil no Brasil, embora proibido, persiste e resulta em um alarmante aumento de acidentes fatais, com 42 mortes em 2024, um crescimento de 223% desde 2020. A pandemia intensificou essa realidade.

Antônio Ermírio de Moraes, empresário e filantropo, viveu com simplicidade, dedicando-se a causas sociais e à sua paixão pela escrita, além de ter sido conselheiro do Corinthians. Sua trajetória inspira.

Grupo de 24 holandeses visita São Leopoldo, em Belford Roxo, e participa de atividades culturais, apoiando projeto que afasta jovens do crime. A troca cultural revela a autenticidade da Baixada Fluminense.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, apoia a urgência do projeto de lei de Alessandro Vieira, que visa combater a adultização e a exploração de menores nas redes sociais, após vídeo do youtuber Felca. A proposta busca regular conteúdos digitais e proteger crianças e adolescentes, com votação prevista para os próximos dias.

O Museu Afro Brasil anunciou a nomeação de Flávia Martins como nova diretora executiva, buscando aumentar a diversidade racial e a presença de mulheres negras em cargos de liderança. A mudança ocorre após a saída polêmica de Hélio Menezes, que criticou a falta de transparência e diversidade na instituição, gerando um manifesto de apoio de quase oitocentas personalidades. A gestão atual visa responder às críticas com uma nova configuração, incluindo maior representação de mulheres negras em áreas estratégicas.

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, uma inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial, com o objetivo de impactar 100 mil educadores até 2026. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb oferece suporte a instituições na promoção da diversidade e inclusão, atuando em ambientes corporativos e educacionais. Desde seu lançamento, já trocou mais de 58 mil mensagens e se destaca em campanhas como "Respeito Sim" e "Escolas Sim".