Agentes comunitários de saúde podem conquistar aposentadoria especial com regras mais favoráveis, com audiência pública no Senado em 8 de julho. Proposta prevê aposentadoria a homens aos 52 anos e mulheres aos 50, com 20 anos de serviço.

Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias poderão ter acesso à aposentadoria especial com regras mais favoráveis, caso um novo projeto de lei complementar seja aprovado no Senado. A proposta, que será discutida em audiência pública no dia 8 de julho, é de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e reconhece as condições insalubres e de risco enfrentadas por esses profissionais.
O projeto estabelece que homens poderão se aposentar aos 52 anos e mulheres aos 50, desde que tenham pelo menos 20 anos de serviço efetivo na função. Além disso, a medida garante aposentadoria com integralidade e paridade, assegurando que o valor total da última remuneração seja mantido, com os mesmos reajustes concedidos aos servidores ativos.
Outro aspecto importante da proposta é que ela também beneficia agentes que tenham exercido outras funções públicas anteriormente. Nesse caso, será possível se aposentar com 15 anos de serviço na área da saúde e 10 anos em outras funções públicas, totalizando 25 anos de contribuição.
A proposta visa regulamentar a Emenda Constitucional 120/2022, que já garantiu a aposentadoria especial, mas ainda depende de uma lei complementar para sua implementação nos estados e municípios. A emenda também determinou que a União será responsável pelo custeio, mas ainda faltam definições legais para a execução prática.
A audiência pública contará com a presença de representantes dos ministérios da Saúde e da Previdência, além de entidades ligadas à categoria. O objetivo é encontrar um consenso sobre a viabilidade da proposta e sua implementação, levando em consideração as diferentes realidades regionais do Brasil.
Se aprovada, a medida representará um avanço significativo na valorização dos profissionais da saúde, especialmente aqueles que atuam na linha de frente do atendimento básico à população. Nessa situação, nossa união pode ajudar a garantir melhores condições para esses trabalhadores essenciais, promovendo iniciativas que apoiem a valorização e os direitos desses profissionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou em Araguatins (TO) a criação de sete projetos de assentamento, beneficiando 896 famílias, e criticou a gestão anterior de Jair Bolsonaro. Durante a cerimônia, foram formalizados 169 títulos de propriedade e detalhado o Plano Safra 2025, que atenderá tanto o agronegócio quanto pequenos produtores. Lula também questionou programas da gestão anterior e destacou a importância do crédito para todos os agricultores, independentemente de suas preferências políticas.

A Prefeitura de São Paulo ampliou sua frota de ônibus elétricos com a entrega de 120 novos veículos, totalizando 841, e anunciou iniciativas para biometano e carregadores em garagens. Os novos ônibus, que reduzem em 10,4 mil toneladas anuais a emissão de CO₂, são operados em quatro regiões da cidade e contam com tecnologia avançada. A mudança é bem recebida por motoristas, destacando conforto e menor poluição.

Nos últimos cinco anos, o mercado de beleza no Brasil tem se adaptado às necessidades de mulheres negras, oferecendo uma gama diversificada de produtos para cabelos crespos e pele negra. Movimentos sociais e a crescente demanda por inclusão impulsionaram essa transformação, refletindo uma mudança significativa nas tendências de consumo.

A "Caravana do Futebol Feminino", patrocinada pela Petrobras, percorrerá 24 cidades brasileiras a partir de julho, promovendo cultura e tecnologia até dezembro, em preparação para a Copa do Mundo de 2027.

Em 2024, o Brasil enfrentou 442 mil acidentes de trabalho e 472 mil afastamentos por saúde mental, destacando a urgência da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) para promover o bem-estar emocional no ambiente laboral. O evento "Liderando com Empatia" enfatizou a responsabilidade das empresas em cuidar da saúde mental, com especialistas alertando sobre a necessidade de um ambiente seguro e produtivo.

O Brasil registra um alarmante aumento no feminicídio, com 1.467 mulheres mortas em 2023. O presidente Lula sancionou leis para proteger vítimas, mas especialistas alertam sobre a falta de recursos e medidas preventivas.