A fusão entre a SERAC e a BHub cria um ecossistema empresarial inovador no Brasil, focado no empoderamento feminino e na transformação digital. Com mais de 10 mil clientes e um assistente inteligente, o projeto visa dar voz e autonomia a mulheres no setor.
A gestão de negócios, tradicionalmente marcada por uma abordagem técnica e masculina, está passando por uma transformação significativa. A fusão entre a SERAC, um hub de soluções corporativas, e a BHub, uma plataforma digital de serviços administrativos, resulta na criação do maior ecossistema de suporte empresarial do Brasil. Com mais de dez mil clientes ativos e uma projeção de receita superior a R$ 285 milhões para 2025, o foco está no empoderamento de mulheres que atuam nos bastidores das empresas.
Jhonny Martins, vice-presidente da SERAC, destaca que a missão da nova entidade é dar protagonismo a profissionais que conhecem as dores do empreendedorismo. O ecossistema visa apoiar contadoras, consultoras e empreendedoras, proporcionando as ferramentas necessárias para que possam liderar e transformar seus negócios. A proposta é que essas mulheres não apenas executem, mas também decidam e cresçam com liberdade e suporte.
Uma das inovações mais relevantes é o assistente inteligente BRAIN, que opera vinte e quatro horas por dia através de plataformas como WhatsApp e Telegram. Ele oferece respostas automatizadas e orientações estratégicas em tempo real, auxiliando na tomada de decisões rápidas. Jorge Vargas Neto, CEO da BHub, enfatiza que a democratização do acesso à inteligência contábil é um dos principais objetivos da nova plataforma.
Além da tecnologia, a educação é um pilar fundamental da fusão. O novo ecossistema disponibilizará cursos e treinamentos voltados para o desenvolvimento de habilidades de liderança, vendas e relacionamento. Carla Martins, vice-presidente da SERAC, descreve essa iniciativa como uma "revolução silenciosa, mas poderosa", que visa apoiar profissionais na construção de uma rede sólida e no acesso às melhores ferramentas do mercado.
A nova estrutura também permite que profissionais atuem sem a necessidade de manter um escritório físico, focando na relação com o cliente e em consultorias estratégicas. Jhonny Martins ressalta que esse modelo valoriza o conhecimento e oferece flexibilidade e autonomia para quem deseja empreender.
Para se conectar com o público, a empresa investirá em eventos, palestras e conteúdos digitais, transmitindo a mensagem de que quem sempre esteve nos bastidores pode e deve ocupar posições de liderança. Em um cenário onde o empoderamento feminino é cada vez mais necessário, iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para a transformação e crescimento de profissionais que buscam fazer a diferença.
A fintech sul-africana Omnisient chega ao Brasil com um investimento de US$ 12,5 milhões, visando democratizar o acesso ao crédito para 35 milhões de brasileiros sem score. A empresa utiliza dados alternativos para identificar bons pagadores, superando as barreiras da exclusão financeira.
O novo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) de 2024 revela que o analfabetismo funcional entre jovens aumentou de 14% para 16% desde 2018, exigindo políticas públicas urgentes na educação. A pesquisa, realizada com mais de 2.500 pessoas, destaca que 29% da população entre 15 e 64 anos enfrenta dificuldades de leitura e escrita, refletindo desigualdades raciais e sociais.
Instituto Pacto Contra a Fome e a Secretaria de Desenvolvimento Social de São Paulo firmaram acordo para aprimorar políticas de combate à fome, incluindo a avaliação do Programa Bom Prato. A parceria visa mapear recursos de segurança alimentar e desenvolver soluções para a pobreza no estado, onde 11,8 milhões enfrentam insegurança alimentar.
Iniciou o segundo ciclo de 2025 do Renova-DF com 2.869 alunos, incluindo 182 em vulnerabilidade. O programa visa qualificação profissional e combate ao desemprego, com bolsas e capacitações práticas.
A estratégia Unidos pela Cura (UPC) transformou o diagnóstico de câncer infantojuvenil no Rio de Janeiro, capacitando 6 mil profissionais e reduzindo o tempo de encaminhamento para consultas especializadas. A iniciativa, que agora se expande para Pernambuco, visa garantir acesso rápido e humano ao tratamento, enfrentando desigualdades no atendimento.
O pickleball, esporte em ascensão no Brasil, atrai jogadores acima de 50 anos e promove saúde e sociabilidade. A Confederação Brasileira de Pickleball busca popularizar a modalidade em escolas.