Bebê recém-nascida foi encontrada abandonada em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Resgatada por moradora, está estável na UTI neonatal enquanto polícia investiga o caso.
Nos últimos meses, o Rio de Janeiro tem enfrentado um aumento alarmante no número de abandonos de recém-nascidos. No último sábado, uma bebê com aproximadamente um dia de vida foi encontrada em uma caixa de papelão em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A criança foi resgatada por uma moradora que a encontrou sobre um sofá próximo a entulhos na calçada da Avenida Francisco.
A bebê, que nasceu com 39 semanas e cinco dias de gestação, pesando 3.570 gramas e medindo 51,5 centímetros, estava vestida com roupas de manga longa e enrolada em uma manta. Após o resgate, a moradora entregou a criança a policiais militares do 39º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que a levaram ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, para receber os primeiros socorros.
De acordo com a direção do hospital, a bebê foi avaliada pela equipe de neonatologia e se encontra estável na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal. A Polícia Civil registrou o caso na 54ª Delegacia de Polícia (DP) de Belford Roxo e investiga as circunstâncias do abandono, que se torna cada vez mais preocupante na região.
Este é o terceiro caso de abandono de recém-nascidos em menos de um mês no estado, o que levanta questões sobre a proteção e o apoio a mães em situação de vulnerabilidade. As autoridades locais estão em alerta e buscam soluções para evitar que mais crianças sejam deixadas em situações de risco.
A sociedade civil também pode desempenhar um papel fundamental nesse contexto, promovendo iniciativas que ofereçam suporte a mães em dificuldades. Projetos que visam acolher e ajudar essas mulheres podem fazer a diferença, garantindo que elas tenham acesso a recursos e apoio emocional.
Nossa união pode ajudar os menos favorecidos, proporcionando um ambiente mais seguro e acolhedor para as crianças e suas mães. É essencial que a comunidade se mobilize para apoiar ações que visem a prevenção do abandono e a proteção dos direitos das crianças.
A Câmara dos Deputados aprovou a criação do Dia Marielle Franco em 14 de março, em homenagem à vereadora e seu motorista assassinados em 2018, promovendo a defesa dos direitos humanos. A proposta, da deputada Benedita da Silva, visa fortalecer a democracia e a proteção de defensores de direitos humanos, com ações de conscientização e valorização.
O Festival de Parintins 2025 superou expectativas com 120 mil visitantes e R$ 184 milhões em movimentação, destacando-se como exemplo de desenvolvimento sustentável na Amazônia, especialmente com a COP30 se aproximando.
O Circo di SóLadies | Nem SóLadies celebra uma década de palhaçaria feminista com a Conferência "10 Anos de Palhaçaria Feminista", marcada para 30 de abril de 2025, em São Paulo. O evento, que contará com a participação de grupos artísticos de todo o Brasil, também lançará um e-book com reflexões sobre a trajetória do grupo e o futuro da palhaçaria com viés feminista.
Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine confirma que exercícios físicos são eficazes na redução de efeitos colaterais do tratamento do câncer e na melhoria da qualidade de vida. Pesquisadores do Hospital Shengjing, na China, analisaram dados de oitenta estudos, revelando que a atividade física diminui complicações como cardiotoxicidade e melhora o bem-estar psicológico. Além disso, a prática regular pode reduzir o risco de câncer metastático em até setenta e dois por cento, conforme evidenciado por estudos de instituições renomadas. A adesão a diretrizes de atividade física pode resultar em economias significativas para o Sistema Único de Saúde (SUS) no futuro.
Ministério de Minas e Energia propõe aumento de descontos na conta de luz para famílias de baixa renda, com impacto de R$ 4,45 bilhões. A proposta visa beneficiar famílias com renda de até meio salário mínimo, mas acarretará um aumento imediato de 1,4% nas tarifas. A compensação será gradual, com medidas que podem reduzir o impacto financeiro.
Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.