Bebê recém-nascida foi encontrada abandonada em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Resgatada por moradora, está estável na UTI neonatal enquanto polícia investiga o caso.

Nos últimos meses, o Rio de Janeiro tem enfrentado um aumento alarmante no número de abandonos de recém-nascidos. No último sábado, uma bebê com aproximadamente um dia de vida foi encontrada em uma caixa de papelão em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A criança foi resgatada por uma moradora que a encontrou sobre um sofá próximo a entulhos na calçada da Avenida Francisco.
A bebê, que nasceu com 39 semanas e cinco dias de gestação, pesando 3.570 gramas e medindo 51,5 centímetros, estava vestida com roupas de manga longa e enrolada em uma manta. Após o resgate, a moradora entregou a criança a policiais militares do 39º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que a levaram ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, para receber os primeiros socorros.
De acordo com a direção do hospital, a bebê foi avaliada pela equipe de neonatologia e se encontra estável na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal. A Polícia Civil registrou o caso na 54ª Delegacia de Polícia (DP) de Belford Roxo e investiga as circunstâncias do abandono, que se torna cada vez mais preocupante na região.
Este é o terceiro caso de abandono de recém-nascidos em menos de um mês no estado, o que levanta questões sobre a proteção e o apoio a mães em situação de vulnerabilidade. As autoridades locais estão em alerta e buscam soluções para evitar que mais crianças sejam deixadas em situações de risco.
A sociedade civil também pode desempenhar um papel fundamental nesse contexto, promovendo iniciativas que ofereçam suporte a mães em dificuldades. Projetos que visam acolher e ajudar essas mulheres podem fazer a diferença, garantindo que elas tenham acesso a recursos e apoio emocional.
Nossa união pode ajudar os menos favorecidos, proporcionando um ambiente mais seguro e acolhedor para as crianças e suas mães. É essencial que a comunidade se mobilize para apoiar ações que visem a prevenção do abandono e a proteção dos direitos das crianças.

A partir de 1º de setembro, planos de saúde devem cobrir implante contraceptivo hormonal e radioterapia de intensidade modulada, enquanto inclusão de transplante de membrana amniótica foi adiada para ajustes.

O Rio de Janeiro, como Capital Mundial do Livro, promove iniciativas culturais significativas, incluindo o Prêmio Carioca de Leitura e a Bienal do Livro, que geraram impacto econômico de R$ 535,4 milhões.

O câncer de esôfago apresenta crescimento alarmante no Brasil, com mais de 11 mil novos casos anuais, especialmente entre homens acima de 50 anos. A conscientização sobre sintomas e prevenção é crucial.

O Programa Mais Médicos alcançou um recorde de 45.792 inscrições, com 93% de médicos brasileiros. A próxima fase prioriza profissionais registrados no Brasil para atuar em áreas vulneráveis.

A Morada.ai lançou o MIA Voice, assistente virtual por voz, e registrou crescimento de 400% nos atendimentos, prevendo interações com 1% da população brasileira até setembro de 2024. A startup, focada em imóveis populares, já atendeu quase meio milhão de pessoas.

O Distrito Federal registrou uma queda de 97,3% nos casos de dengue até junho, com 14.543 notificações, resultado de ações integradas da Secretaria de Saúde e da participação da população. A vacinação enfrenta desafios, com apenas 30% dos adolescentes retornando para a segunda dose.