Bebê recém-nascida foi encontrada abandonada em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Resgatada por moradora, está estável na UTI neonatal enquanto polícia investiga o caso.

Nos últimos meses, o Rio de Janeiro tem enfrentado um aumento alarmante no número de abandonos de recém-nascidos. No último sábado, uma bebê com aproximadamente um dia de vida foi encontrada em uma caixa de papelão em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A criança foi resgatada por uma moradora que a encontrou sobre um sofá próximo a entulhos na calçada da Avenida Francisco.
A bebê, que nasceu com 39 semanas e cinco dias de gestação, pesando 3.570 gramas e medindo 51,5 centímetros, estava vestida com roupas de manga longa e enrolada em uma manta. Após o resgate, a moradora entregou a criança a policiais militares do 39º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que a levaram ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, para receber os primeiros socorros.
De acordo com a direção do hospital, a bebê foi avaliada pela equipe de neonatologia e se encontra estável na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal. A Polícia Civil registrou o caso na 54ª Delegacia de Polícia (DP) de Belford Roxo e investiga as circunstâncias do abandono, que se torna cada vez mais preocupante na região.
Este é o terceiro caso de abandono de recém-nascidos em menos de um mês no estado, o que levanta questões sobre a proteção e o apoio a mães em situação de vulnerabilidade. As autoridades locais estão em alerta e buscam soluções para evitar que mais crianças sejam deixadas em situações de risco.
A sociedade civil também pode desempenhar um papel fundamental nesse contexto, promovendo iniciativas que ofereçam suporte a mães em dificuldades. Projetos que visam acolher e ajudar essas mulheres podem fazer a diferença, garantindo que elas tenham acesso a recursos e apoio emocional.
Nossa união pode ajudar os menos favorecidos, proporcionando um ambiente mais seguro e acolhedor para as crianças e suas mães. É essencial que a comunidade se mobilize para apoiar ações que visem a prevenção do abandono e a proteção dos direitos das crianças.

O projeto "A Poesia do Rap", idealizado por Cocão Avoz, expande seu alcance para 14 escolas de São Paulo, promovendo a escrita e a cultura hip-hop entre jovens. A iniciativa, apoiada pela Secretaria Municipal de Cultura, visa inspirar e transformar vidas.

O projeto “Educar para Sustentar” transforma o Cemitério São Francisco Xavier em espaço educativo, promovendo reciclagem e conscientização socioambiental em escolas públicas. A iniciativa, da Reviver S/A, visa ressignificar cemitérios como locais de aprendizado e fortalecer laços comunitários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que eleva a cota de vagas para negros, indígenas e quilombolas em concursos públicos federais de 20% para 30%. A medida visa promover maior diversidade na administração pública.

Daiane Guimarães Alves, especialista em gestão de saúde, transformou uma rede de clínicas populares ao digitalizar processos e implementar um novo sistema de agendamento, reduzindo em 50% as ausências em consultas.

Jovens que saem de instituições de acolhimento enfrentam desafios ao atingir a maioridade. O projeto Jovem em Movimento oferece suporte e oficinas para facilitar essa transição e promover autonomia.

Arthur Casas desenvolve um projeto no Xingu para revitalizar a vila do Posto Indígena Leonardo Villas-Boas, criando um centro de memória que preservará a história dos povos locais. O pavilhão Oca Moitará, inspirado na ancestralidade, será apresentado na COP30.