O Plantah, primeira rede social ESG do mundo, foi convidada a apresentar seu case de sucesso no Rio Innovation Week após o lançamento no Web Summit Rio 2025, destacando uma campanha de R$ 30 mil em doações. A startup busca democratizar o mercado de doações e gerar impacto positivo mensurável, conectando empresas, ONGs e cidadãos.

O Plantah, a primeira rede social ESG do mundo, está se destacando no cenário de inovação e negócios ao transformar publicidade em impacto socioambiental mensurável. Após seu lançamento no Web Summit Rio 2025, a startup foi convidada a apresentar seu case de sucesso no Rio Innovation Week, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo. Durante o evento, a plataforma anunciou uma campanha de R$ 30 mil em doações, permitindo que usuários contribuam com causas sociais.
A participação do Plantah no Rio Innovation Week inclui a integração com o Inovabra, ecossistema de inovação do Bradesco, e o Sebrae RJ. A plataforma foi desenvolvida para conectar empresas, ONGs e cidadãos, promovendo um ecossistema digital onde cada interação gera um impacto positivo mensurável. Através de biomarketing, gamificação e rastreabilidade, o Plantah converte orçamentos de marketing em doações rastreáveis, alinhadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
Renato Cirne, cofundador do Plantah, destacou a importância do reconhecimento no mercado: “O Plantah nasceu para democratizar o mercado de doações e transformar o investimento em marketing em resultados concretos para a sociedade.” A presença em eventos internacionais como o Web Summit Rio e Lisboa, além do Rio Innovation Week, reforça a relevância do modelo de negócio da startup.
Além de gerar impacto financeiro direto, o Plantah também promove jornadas educacionais que ajudam empresas e cidadãos a entender e aplicar conceitos de ESG e ODS em suas rotinas. A plataforma conta com um sistema de compliance robusto e políticas claras de integridade, assegurando que cada transação seja auditável e cada impacto, comprovado.
Rodrigo Cirne, cofundador e responsável pela estratégia de produto, enfatizou que o objetivo vai além da doação: “Estamos construindo um ecossistema transparente, capaz de engajar pessoas e empresas, gerar valor de marca e fornecer dados confiáveis.” A iniciativa busca que empresas tomem decisões mais acertadas, governos formulem políticas públicas eficazes e a sociedade perceba claramente os resultados de cada contribuição.
Iniciativas como a do Plantah são essenciais para promover mudanças sociais e ambientais. A união da sociedade civil pode ser um catalisador para apoiar projetos que visam transformar realidades e fortalecer o terceiro setor. Cada contribuição pode fazer a diferença e ajudar a construir um futuro mais sustentável e justo.

O podcast "Dois Mundos" investiga a morte de Tadeo Kulina, indígena madiha kulina, revelando falhas na assistência à saúde e preconceitos enfrentados pela comunidade em Manaus. A série busca respostas para um caso trágico e negligenciado.

Giovanna Antonelli, prestes a completar 50 anos, reflete sobre sua carreira e vida, dedicando-se a palestras para mulheres e ao filme "Rio de Sangue". Ela busca impacto e conexão em suas escolhas.

A etapa do Circuito Mundial de Surfe em Saquarema gera impacto econômico significativo, com R$ 159 milhões movimentados e 1.700 empregos criados, além de um compromisso ambiental exemplar. A WSL destaca a importância da relação com a comunidade local, promovendo sustentabilidade e inclusão. O evento transforma a cidade em um polo turístico, aquecendo a economia e atraindo visitantes de todo o mundo.

Leonardo Giordano reassume a Câmara Municipal de Niterói, enquanto Júlia Pacheco volta à Secretaria das Culturas, focando em garantir recursos e novos espaços culturais. A mudança visa fortalecer a cultura na cidade.

Maurício Honorato, empresário carioca, fundou a startup Doutor-IA em setembro de 2024, visando melhorar diagnósticos médicos com Inteligência Artificial e democratizar o acesso à saúde no Brasil. A iniciativa surge após sua vivência com a precariedade do sistema de saúde, que culminou na morte de seu pai. Com a proposta de auxiliar médicos no atendimento, a plataforma busca reduzir diagnósticos errados e otimizar o fluxo de pacientes, garantindo saúde de qualidade a todos.

Ana Flávia Cabral, CEO da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, planeja usar inteligência artificial para criar concertos com vozes de cantores falecidos, promovendo inovação e diversidade na música clássica. A OSB, que completa 85 anos em 2025, busca romper com a imagem tradicional da orquestra, destacando a presença feminina em sua gestão e repertório.