A temporada 2025 do projeto FormAção de Portas Abertas começa com um workshop gratuito de Teatro Musical Brasileiro, promovendo formação artística a jovens de periferia. O evento, que conta com a participação de renomados artistas, visa ampliar o acesso à cultura e já registrou recorde de inscrições.

O projeto FormAção de Portas Abertas, que oferece formação artística gratuita a jovens de periferia, inicia sua temporada de 2025 neste sábado, às 10h, na sede da Ação da Cidadania, localizada na Rua da Gamboa, 246. A abertura contará com um workshop gratuito de Teatro Musical Brasileiro, conduzido por Édio Nunes, Jorge Maya e Milton Filho, renomados atores e diretores. As inscrições estão abertas no site da Ação da Cidadania e as vagas são limitadas.
A oficina de Teatro Musical Brasileiro incluirá exercícios de corpo e voz, improvisação teatral e cenas inspiradas no samba e na cultura popular. Além disso, haverá uma roda de conversa abordando trajetórias artísticas, projetos culturais e os desafios enfrentados no mercado da cultura. O projeto, que conta com o apoio da Shell e do Ministério da Cultura, já atende cerca de 200 alunos em diversas áreas artísticas.
Entre os nomes que participarão da programação ao longo do ano estão Lázaro Ramos, Milton Cunha, Rodrigo “Santo”, Almir França e Taísa Machado, criadora do Afrofunk. O projeto FormAção de Portas Abertas tem se destacado por sua contribuição significativa na formação de jovens talentos, proporcionando acesso à cultura e à arte em comunidades carentes.
Em 2025, o projeto registrou um número recorde de inscrições, refletindo o crescente interesse da juventude por oportunidades de formação artística. As aulas abrangem Produção Cultural, Direção de Arte, Figurino, Roteiro, Caracterização, Canto, Dança, Circo e Interpretação, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades essenciais para suas carreiras.
Os condutores do workshop possuem vasta experiência no teatro musical e na televisão. Édio Nunes, por exemplo, integrou o elenco do filme "Mussum, o Filmis" e atuou em mais de 130 montagens. Jorge Maya participou da novela "Joia Rara", vencedora do Emmy Internacional, enquanto Milton Filho atuou na novela "Fuzuê" e na série "Dom", da Prime Video.
Iniciativas como o projeto FormAção de Portas Abertas são fundamentais para o desenvolvimento cultural e social. A união da sociedade civil pode fortalecer e ampliar esses projetos, garantindo que mais jovens tenham acesso a oportunidades que transformam vidas e promovem a inclusão social.

Hamedine Kane e Adama Delphine Fawundu apresentam obras na Bienal de São Paulo, abordando deslocamento e diáspora africana através do oceano e suas conexões culturais. Kane explora a exploração pesqueira e suas consequências, enquanto Fawundu utiliza fotografias e tecidos para refletir sobre ancestralidade e identidade.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o governador Clécio Luís destacaram a relevância do Amapá na Estratégia Brasil 2050, abordando diversificação energética e desenvolvimento sustentável. O evento em Macapá promoveu um debate sobre o futuro do país, enfatizando a importância do planejamento a longo prazo para enfrentar desigualdades e promover um desenvolvimento mais justo e sustentável.

Renata Ceribelli apresenta nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no Fantástico, abordando as vivências de pessoas com 60 anos ou mais e promovendo reflexões sobre envelhecimento e autonomia. A série destaca a diversidade de experiências na velhice e combate o etarismo, propondo um olhar otimista sobre o futuro.

O projeto Ciência na Estrada, em Sobradinho II, oferece programação gratuita com oficinas, palestras e uma nave futurista interativa, atraindo jovens e promovendo o interesse pela ciência. A iniciativa visa inspirar futuros talentos em tecnologia e ciência.

O ator Humberto Carrão mobiliza apoio nas redes sociais para transformar o antigo prédio do Dops, no Rio, em um espaço de memória e direitos humanos, já com mais de 7.500 assinaturas. A ação visa reparar a história e promover reflexão sobre a repressão da ditadura militar.

O Brasil está desenvolvendo uma rede de hospitais privados focados em reabilitação, visando atender a demanda crescente por suporte a pacientes em recuperação. Essa mudança é crucial para aliviar a sobrecarga dos hospitais gerais e oferecer cuidados personalizados.