Poliana Abritta, apresentadora do Fantástico, lança a reportagem “Essa tal de menopausa”, abordando a menopausa e suas implicações sociais, com entrevistas de especialistas e figuras públicas. A iniciativa visa desmistificar o tema e promover políticas públicas, destacando a importância do debate sobre a menopausa na vida das mulheres contemporâneas.

A apresentadora do programa Fantástico, Poliana Abritta, de 49 anos, decidiu investigar a menopausa ao entrar na perimenopausa. Em sua busca por informações, ela percebeu a necessidade de tornar esses dados acessíveis a outras mulheres. O resultado dessa pesquisa é a reportagem especial intitulada “Essa tal de menopausa”, que será exibida em duas partes a partir deste domingo na TV Globo. A produção inclui entrevistas com especialistas e figuras públicas, como a apresentadora Fernanda Lima e a atriz Cláudia Raia.
Poliana destaca que muitas mulheres recebem a informação de que a menopausa é apenas uma fase do envelhecimento, mas ela acredita que existem alternativas e tratamentos disponíveis. “Elas estão entrando na menopausa num momento em que estão brilhando, trabalhando ativamente e com mais da metade da vida pela frente”, afirma. A apresentadora ressalta que as mudanças estão em curso e que a geração atual está mais disposta a discutir abertamente o tema.
Durante sua pesquisa, Poliana entrevistou a neurocientista italiana Lisa Mosconi, autora do best-seller “O cérebro e a menopausa”, e a jornalista americana Tamsen Fadal, que produziu o documentário “The (M) Factor”. A apresentadora também explorou farmácias em Nova York, onde produtos relacionados à menopausa são mais aceitos, mostrando que o consumo desses itens não é mais motivo de vergonha.
No Brasil, a reportagem abordará a atuação do Instituto Menopausa Feliz, que busca promover políticas públicas sobre a menopausa. Poliana observa que, enquanto existem iniciativas para a puberdade e a gravidez, a menopausa ainda carece de atenção. Ela também inclui a perspectiva masculina na discussão, enfatizando que o cuidado com a saúde é uma responsabilidade compartilhada entre casais.
Poliana Abritta acredita que a pesquisa de Lisa Mosconi, prevista para ser divulgada em três anos, trará informações transformadoras sobre a menopausa. A apresentadora está otimista com o futuro e com a possibilidade de que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar das mulheres nessa fase da vida.
Essa reportagem é um convite à reflexão sobre a importância de discutir a menopausa e suas implicações. Projetos que visem apoiar a saúde da mulher nessa fase podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas. A união da sociedade pode ser fundamental para promover mudanças significativas e garantir que as mulheres tenham acesso a informações e cuidados adequados.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que criminaliza a aproximação do agressor à vítima sob medida protetiva, mesmo com consentimento. A proposta visa fortalecer a proteção às mulheres e já segue para o Senado.

Eric Klug assume a liderança do Fundo Patrimonial da USP, que já arrecadou R$ 25 milhões desde 2023, visando garantir a sustentabilidade da universidade e apoiar alunos cotistas e projetos culturais.

O governo brasileiro lançou o PPA 2024–2027, com 1.217 ações, incluindo 60 focadas no Nordeste, Amazônia e Centro-Oeste, visando reduzir desigualdades regionais e promover desenvolvimento sustentável. A iniciativa, que envolve articulação entre ministérios e sociedade civil, busca integrar políticas públicas às realidades locais, destacando a importância da participação social na construção de soluções.

A juíza Vanessa Cavalieri alerta sobre a crescente vulnerabilidade de adolescentes na internet, destacando a ingenuidade das famílias frente aos riscos digitais. Ela enfatiza a necessidade de monitoramento e educação digital para proteger os jovens.

Começou em Paris a Expo Favela Innovation 2025, promovida pela Central Única das Favelas (Cufa), reunindo empreendedores e investidores para discutir inovações sociais e culturais. O evento destaca a resiliência e criatividade das comunidades, com estandes de empreendedores e uma programação diversificada.

Mais de sete mil pessoas assinam carta pedindo a suspensão do despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá, em São Paulo, após confronto com a guarda civil. O espaço cultural é vital para a comunidade.