Em 2025, o Programa Água Doce (PAD) superou a meta de 100 sistemas de dessalinização, beneficiando milhares de famílias no semiárido brasileiro com água potável. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, já implantou 110 unidades, promovendo saúde e dignidade nas comunidades afetadas pela seca.
O Programa Água Doce (PAD), coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), alcançou um marco significativo em sua trajetória em 2025. Até julho, foram implantados 110 novos sistemas de dessalinização em comunidades do semiárido brasileiro, superando a meta de 100 unidades. Essa iniciativa visa garantir acesso à água potável para milhares de famílias em estados que enfrentam a escassez hídrica.
A distribuição dos novos sistemas inclui cinco na Bahia, nove no Ceará, três no Maranhão, dois em Minas Gerais, setenta em Pernambuco, um no Piauí, dezessete no Rio Grande do Norte e três em Sergipe. Desde sua criação em 2004, o PAD já implantou mais de mil e cem sistemas em dez estados, promovendo tecnologia e participação comunitária.
Giuseppe Vieira, secretário da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), destacou que o programa é uma expressão do compromisso do Governo Federal com a segurança hídrica no semiárido. Ele afirmou que cada sistema entregue representa uma transformação na vida das pessoas, com impactos diretos na saúde e na permanência das famílias no campo.
Além de garantir água potável, a dessalinização é crucial para a saúde pública, pois o consumo de água salobra pode causar problemas de saúde, como distúrbios gastrointestinais. O PAD contribui para a qualidade de vida das comunidades atendidas, tornando a água adequada para o consumo humano.
Um dos destaques de 2025 é a terceira etapa do Caminho das Águas, que reforça a gestão dos sistemas. Nesta fase, serão entregues 22 sistemas de dessalinização no Piauí e Ceará, beneficiando cerca de três mil pessoas em comunidades com difícil acesso à rede de abastecimento convencional.
Iniciativas como o PAD são fundamentais para a melhoria das condições de vida no semiárido. A união da sociedade civil pode ser um motor de transformação, apoiando projetos que visam garantir água potável e saúde para todos. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de quem mais precisa.
Milhares de indígenas se reúnem em Brasília para o Acampamento Terra Livre 2024, buscando incluir a demarcação de terras nas metas climáticas da COP30. A mobilização visa fortalecer a luta por direitos territoriais e climáticos.
Polícia prendeu líderes de terreiro no Rio, acusados de charlatanismo, e apreendeu itens sagrados. O Acervo Nosso Sagrado, em revisão pelo Iphan, busca combater o racismo religioso e preservar a cultura afro-brasileira.
A nova tarifa social de energia elétrica, que começa a valer em 5 de novembro, isenta do pagamento da conta de luz famílias de baixa renda com consumo de até 80 kWh, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas. A medida, parte de uma Medida Provisória, precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. O custo anual é estimado em R$ 3,6 bilhões, compensado por ajustes no setor energético. Antes, apenas indígenas e quilombolas tinham gratuidade, mas agora o benefício é ampliado para mais famílias vulneráveis.
Preta Gil e Leila Diniz, ícones da luta pela liberdade feminina, desafiaram padrões sociais ao exibir seus corpos e afirmar suas identidades. Ambas enfrentaram preconceitos e censura, mas deixaram um legado de aceitação e empoderamento.
Neste fim de semana, o festival "Arte no subúrbio — O funk é mais que isso" acontece no Teatro Armando Gonzaga, promovendo cultura e arte gratuitas. O evento destaca o funk como expressão artística e resistência.
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