O Programa Mais Médicos alcançou um recorde de 45.792 inscrições, com 93% de médicos brasileiros. A próxima fase prioriza profissionais registrados no Brasil para atuar em áreas vulneráveis.

O Ministério da Saúde anunciou, no dia 16 de maio, que o Programa Mais Médicos atingiu um recorde de 45.792 médicos inscritos. Este número representa a maior quantidade de profissionais cadastrados desde a criação do programa, em 2013. Dentre os inscritos, 42.383 são brasileiros, o que equivale a 93% do total. Entre eles, 25.594 possuem registro profissional no Brasil, enquanto 16.789 são formados no exterior. Além disso, 3.309 médicos estrangeiros têm habilitação para atuar no país.
O edital atual também revela que 26.864 inscritos são mulheres, representando cerca de 58% do total. A próxima fase do programa envolve a escolha dos locais de atuação, onde médicos brasileiros registrados no Conselho Regional de Medicina (CRM) terão prioridade. As vagas que não forem preenchidas por esses profissionais serão ocupadas por brasileiros formados no exterior ou por médicos estrangeiros, que atuarão com Registro do Ministério da Saúde (RMS).
Felipe Proenço, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, destacou a importância do programa, afirmando que "um número expressivo como este destaca a importância e a consolidação do Programa Mais Médicos". O programa não apenas provê profissionais em áreas vulneráveis, mas também oferece formação em Medicina de Família e Comunidade, aprimorando a atuação na atenção primária.
No dia 5 de maio, o Ministério da Saúde lançou um edital para 3.064 novas vagas, que serão distribuídas entre 1.618 municípios e 26 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Essa iniciativa visa fortalecer a atenção primária e garantir atendimento em regiões remotas e de alta vulnerabilidade social. O cronograma prevê que as atividades dos médicos com registro no Brasil comecem entre os dias 2 e 10 de julho.
Atualmente, o Programa Mais Médicos já garante assistência a mais de 63 milhões de brasileiros em todo o país. Com uma meta de alcançar 28 mil profissionais, o programa conta com aproximadamente 24,9 mil médicos atuando em 4,2 mil municípios, o que representa 77% do território nacional. Dentre essas localidades, 1,7 mil enfrentam altos índices de vulnerabilidade social.
Essa mobilização em torno do Programa Mais Médicos é um exemplo de como a sociedade pode se unir para apoiar iniciativas que visam melhorar a saúde pública. Em situações como essa, a colaboração da comunidade pode ser fundamental para garantir que mais profissionais cheguem a quem mais precisa, fortalecendo a assistência à população e promovendo a saúde em áreas carentes.

Ana Maria Gonçalves foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição em quase 128 anos. O presidente Lula destacou sua obra como essencial para entender a história do Brasil.

Um bebê diagnosticado com a rara doença CPS1 tornou-se o primeiro a receber terapia genética personalizada com Crispr-Cas9, apresentando resultados promissores e permitindo uma dieta mais rica em proteínas. A equipe médica espera que essa inovação beneficie outros pacientes no futuro.

Roberta Fernandes e Carina Ceroy lançam o FUTJur, uma edtech de direito desportivo, focada em cursos práticos e na liderança feminina, visando preparar profissionais para o mercado. A iniciativa surge da amizade e experiência delas no Fluminense, buscando suprir a demanda por profissionais qualificados na área.

A vereadora Vanda Assis questionou o Ministério Público e a gestão municipal sobre a fiscalização de creches em Curitiba, após a morte de um bebê em uma creche clandestina que operava há dez anos.

A diversidade está moldando o empreendedorismo no Brasil, com mulheres e negros em destaque. No Web Summit Rio, Tarciana Medeiros, do Banco do Brasil, anunciou que 40% dos empréstimos a pequenas empresas são para negócios liderados por mulheres. O fundo Sororitê Ventures, com R$ 25 milhões, investe em startups com fundadoras mulheres, enquanto a L’Oréal lançou um programa para influenciadores negros, visando aumentar a representação no mercado.

Paulo Moll, presidente da Rede D’Or, destaca sete desafios para a saúde no Brasil, enfatizando a integração de tecnologia e humanização, além da urgência na formação de profissionais. A necessidade de um sistema de saúde robusto e inovador é urgente, com foco em tecnologia, humanização e educação, visando um atendimento mais eficiente e acessível.